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Reunião do CLG, dia 16   Reunião do Comando Estadual de Greve, dia 16
   
 
 
 

Terceirizados em greve cobram
salários atrasados

Em passeata pelas ruas do Fundão, dezenas de terceirizados da firma Qualitécnica – em greve desde o dia 5, e alguns desde o dia 14 – se dirigiram à Reitoria, na manhã desta quarta-feira, dia 16, para cobrar o pagamento dos salários atrasados. Coordenadores do Sintufrj e representantes do Diretório Central dos Estudantes apoiaram a manifestação.

Na Reitoria, ouviram do assessor da Pró-Reitoria de Gestão e Governança Harley de Moura que a UFRJ pagou à empresa no dia anterior a importância de R$ 1.786.601,98 e que este montante estaria liberado em 48 horas.

Eles pediram garantias de que de fato iriam receber. O assessor entrou em contato com a empresa que garantiu que os salários seriam, depositados até às 15h. Eles comemoraram mas garantiram que, se a promessa fosse descumprida, no dia seguinte, retornariam.

 
Condições desumanas de trabalho na UFRJ são denunciadas em debate sobre terceirização no IFCS
 

O debate sobre terceirização promovido pela direção do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), com a participação do Sintufrj, Adufrj e DCE Mário Prata, no dia 16 de abril, foi transformado em palco de denúncias e serviu como catalisador dos problemas enfrentados pelos trabalhadores terceirizados da UFRJ, como atraso de salários, descontos indevidos no contracheque, condições insalubres de trabalho e o não fornecimento de equipamentos adequados para o desenvolvimento de suas atividades.

A iniciativa foi considerada como sendo um passo importante para a luta contra a terceirização na universidade e a busca pela garantia dos direitos dos terceirizados. A proposta de uma comissão integrada por representantes das entidades sindicais e estudantil e representantes dos trabalhadores terceirizados, para organizar, propor, reivindicar e divulgar seminários, debates e formular propostas alternativas à terceirização e de melhoria das condições de trabalho dos atuais terceirizados foi aceita pelos presentes.

 
 
O Sintufrj, a Adufrj e o DCE Mário Prata se colocaram à disposição da luta dos trabalhadores terceirizados e anunciaram que a universidade não pode mais compactuar com aquele tipo de exploração de mão de obra. As entidades querem mudanças na forma de contratação das empresas de terceirização para garantir os direitos dos trabalhadores. O coordenador-geral do Sintufrj, Francisco de Assis, que representou o Comando Local de Greve do Sintufrj (CLG/Sintufrj) defendeu o fim da terceirização na UFRJ e a abertura de concurso para todas as áreas da universidade.
 

As posições das entidades foram ouvidas por vários trabalhadores da empresa New Quality Serviços Gerais, integrantes do CLG/Sintufrj e estudantes. O dirigente da Adufrj, Luciano Coutinho, e o integrante do DCE, Gabryel Henrici, criticaram de forma contundente a terceirização na universidade e a conivência da administração com a exploração dos terceirizados.

O organizador do evento, o diretor do IFCS Marco Aurélio Santana, afirmou que a discussão sobre terceirização deve permear a universidade como um todo, e como o IFCS que tem sido um centro de reflexão dos assuntos da contemporaneidade, não poderia ficar de fora.

Técnicos-administrativos e estudantes se solidarizaram com os terceirizados ratificando seus relatos de péssimas condições de trabalho as quais são submetidos cotidianamente na UFRJ.

 

“Fecha tudo e vem para a rua”

Com esse mote, munidos de faixas, cartazes e muitos balões de gás com palavras de ordem, dezenas de técnicos-administrativos da UFRJ, em greve desde o dia 20, depois de breve assembleia nos pilotis do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), na manhã do dia 15, saíram em passeata até a Avenida Brigadeiro Trompowski, onde fecharam as pistas de entrada e saída do Fundão. O trânsito ficou bloqueado na via atrás do instituto por quase uma hora.

Chamado de “Dia F”, de “Fecha tudo”, o ato teve como objetivo chamar atenção da sociedade para o movimento dos téncicos-administrativos em educação das instituições federais de ensino e forçar o governo a abrir negociação da pauta de reivindicações da categoria.

“Hoje é dia de fechar tudo para que o governo abra negociações”, anunciavam as lideranças do movimento. Eles se dirigiram à população pedindo apoio para a luta em defesa da saúde e da educação públicas de qualidade, e explicavam que, apesar do inconveniente do engarrafamento provocado pelo ato, estavam fechando apenas um dos acessos ao Fundão.

Depois da reabertura do acesso, os manifestantes realizaram uma passeata em torno do IPPMG e do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF). “Se a negociação é lenta, a caminhada também é lenta”, explicavam no carro de som os manifestantes, que também convocavam os companheiros que se encontravam no Terminal de Integração, na Escola de Educação Infantil, na Faculdade de Odontologia, no CCS e nos hospitais universitários para participarem da manifestação. “Companheiros: venham para a rua. Essa luta é minha e sua”.

 

Reivindicações

Entre as palavras de ordem que embalaram o ato e a passeata estavam a defesa da saúde e da educação pública de qualidade, contra a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a implantação de ponto eletrônico no IPPMG, pela abertura de negociação, pelo cumprimento pleno do acordo de greve de 2012 e o atendimentos das reivindicações da pauta atual, como recomposição de perdas inflacionárias e contra a retirada de direitos dos trabalhadores, como a contagem de tempo insalubre para a aposentadoria.

Os manifestantes também protestaram contra a terceirização do serviço público e pelo pagamento dos trabalhadores terceirizados da UFRJ que estão sem receber salários.

O ato foi encerrado no acesso à entrada lateral do HUCFF com os manifestantes ratificando os motivos da greve, soltando os balões de gás e anunciando a realização de outro ato, desta vez com a participação da categoria da UFF, Universidade Rural e UniRio, provavelmente no dia 29 de abril. Os detalhes seriam acertados na reunião do Comando Estadual de Greve na quarta-feira, dia 16.

 
 
 

Atividade alto astral

Panfletagem à população sobre os motivos da greve dos técnicos-administrativos em educação das Ifes e distribuição de mais de 500 bolas de gás com dizeres em defesa da saúde pública e contra a Ebserh marcaram o mutirão realizado por cerca de 20 integrantes do Comando Local de Greve (CLG)/Sintufrj, no domingo, na entrada do Museu Nacional e nas alamedas da  Quinta da Boa Vista.

A atividade chamou a atenção dos visitantes das exposições e das famílias que naquele domingo foram à Quinta da Boa Vista se divertir com filhos, sobrinhos, parentes e amigos. Os menores faziam fila para receber uma bola colorida acompanhada por balas de caramelo. Cada carta aberta entregue a um adulto era acompanhada sempre de agradecimento pela atenção dispensada aos manifestantes.

Trabalhadores do Museu Nacional engrossaram o CLG/Sintufrj e fizeram a diferença na manifestação naquele dia ensolarado e de jogo decisivo no Maracanã. Das 10h30 às 13h30, foram distribuídos três mil panfletos.

 

Ato para trânsito na Cidade Universitária


Quinta-feira, dia 10 de abril – Ás 6h30, integrantes do Comando Local de Greve (CLG)/Sintufrj ocuparam a frente do Parque Tecnológico, na Cidade Universitária, promovendo um dos atos mais radicalizados desta greve. Profissionais e estudantes somente tiveram acesso ao local a pé, pois correntes e paus e pneus queimados impediram a entrada de veículos.
 
O trânsito nas duas ruas que dão acesso ao Parque Tecnológico foi parcialmente interrompido. O tumulto foi causado principalmente pelos ônibus fretados por várias das 52 empresas que compõem o parque e diariamente são responsáveis por engarrafamentos no campus na hora do rush. Bombeiros e a Polícia Militar foram chamados para pôr fim à manifestação, mas a ação dos técnicos-administrativos em educação em greve só foi encerrada às 9h30.

A intenção do CLG/Sintufrj foi chamar a atenção para a greve, que já completou 15 dias, e pressionar o governo federal a iniciar negociações da pauta de reivindicações da categoria. Em todo o país multiplicam-se as ações dos comandos de greve e, na UFRJ, o movimento se intensifica a cada semana.

 
 

Assembleia na Reitoria dia 8/4/2014

Greve com mobilização

A categoria decidiu, na assembleia desta terça-feira, dia 8, intensificar a realização de atos de mobilização na universidade e nas ruas, visando garantir a visibilidade da greve e, assim, pressionar o governo a iniciar negociações da pauta de reivindicações com a Fasubra

Na quinta-feira, dia 10, os trabalhadores realizam o primeiro grande ato na UFRJ, que provavelmente contará com o reforço dos técnicos-administrativos das outras três universidades federais em greve: UFF, Rural e UniRio. Concentração às 6h30, no estacionamento da Reitoria.

Presença da PR-4

A convite do Comando Local de Greve (CLG)/Sintufrj, o pró-reitor de Pessoal Roberto Gambine foi à assembleia dar explicações sobre o mandado de injunção relacionado à aposentadoria especial e sobre os motivos do atraso na entrega dos comprovantes de rendimentos dos trabalhadores.

Uma comissão para acompanhar as discussões com a PR-4 sobre a pauta interna de reivindicações foi aprovada pela assembleia, que também deliberou sobre um calendário de atividades de mobilização.

 
 

Assembleia no CT. Dia 1º de abril

 

Reunião das Comissões do CLG/Sintufrj no dia 4 de abril

 

 

 

 

Panfletagem do CLG/Sintufrj na Praia Vermelha

 

Reunião do CLG/Sintufrj no IPPMG no dia 3 de abril

 

 

 

   

 

 

Reunião do CLG/Sintufrj, no dia 1º de abril

 
 
 
 
 
 
 
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Novos Convênios - veja
 
TABELA SALARIAL DOS TAEs EM 2014 / STEP DE 3,7%
 
UFRJ - IMPORTANTE

Pró Reitoria de Pessoal

Erro na emissão das Declarações de Rendimento 2014 - Ano Base 2013 email pr4_ir@pr4.ufrj.br.

 

Convite aos aposentados
A Coordenação de Aposentados e Pensionistas informa que o Grupo de Trabalho sobre questões da aposentadoria se reúne todas as terças-feiras, a partir das 10h, na sede do Sintufrj.

 

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