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9/3/2010

Comissão Nacional inicia deliberações sobre demandas da Carreira

Nos dias 23 e 24 de fevereiro houve a realização das reuniões de trabalho dos GTs de Regulamentação, de Racionalização e Descrição de Cargos, e de Recursos de Enquadramento. E no dia 25 ocorreu a reunião do pleno da Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC) , com a apresentação dos relatórios dos trabalhos até então desenvolvidos nos GTs. Na reunião foram tomadas algumas deliberações, mas não foram debatidos todas as demandas. Assim, haverá necessidade da continuação dos trabalhos. No dia 26 de março o pleno reúne-se novamente.

Na discussão no pleno, a representação da Fasubra destacou a necessidade de um debate, com prioridade na agenda da CNSC, sobre as implicações do Decreto nº 7.890 (Rehuf) na política de pessoal.

Na apresentação do relatório do GT-Regulamentação foi apontada a necessidade de encaminhamento, em caráter de urgência, de alteração no Anexo III da Lei da Carreira. Onde se lê "Aperfeiçoamento ou curso de capacitação superior a 180 horas", deve-se alterar para "Aperfeiçoamento, especialização ou curso de capacitação igual ou superior a 180 horas". Esta proposição foi acatada pelo MEC e seguirá para encaminhamento ao Ministério do Planejamento.

Confira as deliberações do pleno da CNSC:

GT-Regulamentação:

Reconhecer como equivalentes à graduação, para fins de concessão de incentivo à qualificação, os Cursos Tecnológicos e os Cursos Sequenciais e que, para tanto se devem incluir em resolução, condições para sua aplicação, observado o disposto na Resolução nº 01/99 do Conselho Nacional de Educação.

Considerar os cursos pós-médios/profissionalizantes para fins de concessão de incentivo à qualificação, desde que tenha correlação direta com o cargo e o ambiente organizacional ocupado pelo servidor.

Publicar nova "resolução" referente ao desenvolvimento por capacitação, revogando a Resolução nº 04 de 2006, mantendo, porém, alguns pontos desta na nova resolução que irá incorporar os itens mencionados anteriormente.

Implementar programa nacional de capacitação interinstitucional. Propor forma de financiamento dos programas de capacitação para as Instituições Federais de Ensino, com o objetivo de possibilitar o custeio. Para tanto, este tema será incorporado ao GT-Regulamentação.

Aplicação do artigo 184 da Lei nº 1.711/52 e da Lei nº 8.112/90 no PCCTAE. Neste ítem acordou-se fazer estudo no âmbito das representações na CNSC e encaminhá-lo para análise e deliberação da CNSC.

Regulamentação de utilização de disciplinas isoladas para classe E. Ficou acordado a apresentação de uma minuta de uma portaria regulando o tema, e nesta perspectiva, apresentarmos proposição de minuta para consideração. Esta minuta será objeto de avaliação jurídica interna no MEC quanto ao conteúdo e à formatação, retornando para apreciação na CNSC.

GT-Racionalização e Descrição de Cargos:

São necessários:

Pesquisas apontadas, relacionadas à revisão dos requisitos de escolaridade, necessidade de registro profissional para o exercício de cada cargo; e a necessidade de experiência ou conhecimento específico para ingresso;

Necessidade de adequação do requisito de escolaridade para ingresso com as novas modalidades de ensino, seja no nível técnico, seja no nível superior;

Justificativas "consistentes" para cada proposta de alteração apresentada;

Levantamento dos cargos que precisam ser encaminhados para Conselhos Profissionais, Setec e Sesu.

Neste sentido, ficou deliberada que os integrantes do GT se reunirão nos dias 23, 24 e 25 de março, antecedendo a próxima reunião do pleno da CNSC marcada para o dia 26 de março.

GT-Recursos de Enquadramento:

A CNSC acata o encaminhamento dos processos para os GTs Racionalização e/ou Regulamentação, conforme orientação do GT-Recursos de Enquadramento.

O GT deve apresentar na próxima reunião da CNSC minuta de parecer para cada um dos processos que encaminhou para resolução da CNSC.

10/11/2009

MEC forma nova Comissão Nacional de Supervisão

O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial de 19 de outubro a portaria da nova composição da Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC). Quem informa é a Fasubra, que conclama todas as Comissões Internas de Supervisão (CIS) das universidades a pressionarem os reitores para a retomada dos trabalhos ainda pendentes para o desenvolvimento da carreira.

Segundo a Fasubra, "com essa publicação, os trabalhadores em educação de todo o país resgatam um importante meio, através do qual suas demandas serão encaminhadas e convenientemente debatidas, corrigindo distorções e recuperando direitos". Na CNSC os representantes da Fasubra são: Paulo Henrique dos Santos, José Almiram, Hilbert David, Vânia Gonçalves, Vanda do Carmo (titulares) e Fátima Reis, Cenira da Matta, Lúcia Ramos.

31/8/2009

Hora de discutir aprimoramento da Carreira

Coordenadora da Fasubra chama à reflexão sobre o tema

Na reunião dos dias 5 e 6 de setembro, o Grupo de Trabalho da Carreira da Fasubra vai ter uma missão importante: iniciar a discussão sobre o aprimoramento da carreira dos técnicos-administrativos em educação. É que nos dias 19 e 20, de acordo com decisão do último congresso da Federação, haverá uma plenária nacional sobre o tema.

Até a última quinta-feira, dia 27, a pauta do GT ainda não havia sido fechada, mas segundo Léia de Souza Oliveira, da coordenação geral da Federação, a ideia é que o grupo trabalhe sobre dois documentos ainda em estado bruto. O primeiro é o relatório do seminário nacional sobre aprimoramento realizado em 2008 que aponta uma visão dos coletivos políticos. "É uma visão preliminar dos coletivos ainda não acabada, mas que dá o pontapé inicial na reflexão", explica Léia. O segundo documento é o diagnóstico levantado em alguns fóruns da CIS.

Debate delicado

"O GT vai se reunir para ini-ciar a discussão sobre o aprimoramento da carreira. Com todo cuidado, porque não é um debate simples; é complexo e deve ser feito com toda responsabilidade, sem nenhum açodamento. Estou propondo que se comece a discussão pela concepção de carreira", antecipa a coordenadora.

Ela pondera que é preciso uma reflexão coletiva, um estudo acerca da Lei de Carreira (n.º 11.091, de 12 de janeiro de 20005, que instituiu o Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administativos em Educação), com a avaliação da primeira fase de sua implantação.

"Temos que fazer um diagnóstico do que precisamos corrigir para aprimorar a carreira. Isso está previsto na própria lei", lembra a dirigente, acrescentando que foi preciso quase 20 anos para construir a Lei da Carreira. "Em 1994 era um projeto. Avançamos para a proposta de Plano de Cargo Único e, com a negociação da greve de 2004, fechamos o PCCTAE. É um processo. Portanto, em apenas uma plenária não será fechada uma decisão complexa. Mas se pode apontar elementos sobre os quais deve haver maior reflexão", diz

Léia cita como exemplo a discussão sobre a concepção da carreira: "Nossa categoria entende que há uma concepção ou acha que foi apenas uma tabela? É necessário fazermos esse debate agora, porque se formos debater com o governo o primeiro embate será sobre a concepção de carreira. A categoria precisa ter clareza do que quer."

Categoria com identidade

A coordenadora da Fasubra defende que os maiores ganhos da carreira estão no registro de uma identidade dos trabalhadores técnicos-administrativos em educação, até então invisível na legislação, e no fato de que pela primeira vez no serviço público é construída uma política de Estado que vincula uma carreira à gestão pública. Segundo Léia, a carreira está ligada ao projeto político-pedagógico das universidades, tanto que o Plano de Desenvolvimento dos Integrantes da Carreira (PDIC) é obrigado a constar no Plano de Desenvolvimento Institucional.

"Essas são duas questões que representam um salto de qualidade na compreensão do fazer do técnico-administrativo numa instituição acadêmica. Para mim, isso transcende a questão do salário. O salário é consequência desse processo. Então, neste momento, antes de discutir qualquer mudança – ou de aumento de nível, padrão, capacitação, incentivo, aumentar ou diminuir classe –, temos que estar atentos a estes elementos mais importantes", conclui a coordenadora.

15/10/2008

O Encontro Nacional de Capacitação teve impacto na UFRJ?

A nossa Carreira, nesta edição do Jornal do SINTUFRJ, é abordada sob dois aspectos. Um deles diz respeito à decorrência natural das propostas apontadas por profissionais de todo o país – muitos de Recursos Humanos – no II Encontro Nacional de Capacitação, realizado de 24 a 26 de setembro na UFRJ. Haverá um documento formal do encontro?
Outro aspecto – também reflexo do impacto do Encontro na nossa instituição – refere-se ao balanço do andamento, na UFRJ, dos programas previstos no Plano de Desenvolvimento dos Integrantes da Carreira (PDIC). O de Capacitação já foi aprovado no Consuni e um GT ligado à Reitoria trabalha na sua implementação. Mas e quanto aos programas de Avaliação de Desempenho e de Dimensionamento de Pessoal?

Para todos
Segundo o pró-reitor de Pes-soal, Luiz Afonso, o documento resultante do encontro está sendo elaborado com base nas propostas originadas nos grupos de trabalho, em que os presentes no seminário se dividiram (que antecipamos na edição passada do Jornal do SINTUFRJ). “Este documento será encaminhado a todas as instituições federais de ensino (Ifes) que participaram ou não do Encontro, porque interessa a todos. Partindo do PCCTAE, ali tem a ponte para algumas estratégias para que ações sejam adotadas: qual o plano de capacitação que se quer, diretrizes para o plano de avaliação e dimensionamento de pessoal, críticas, pontos que se destacam. É um documento bem completo e interessante”, disse Luiz Afonso, explicando que o documento será enviado também ao SINTUFRJ, à Fasubra, à Comissão Nacional de Supervisão e a todos os que estão envolvidos com o PCCTAE.

E nossa avaliação? E nosso dimensionamento?
Segundo Luiz Afonso, da mesma maneira como se fez com o Programa de Capacitação – que foi ao Consuni –, será feito com os Programas de Avaliação de Desempenho e de Dimensionamento de Pessoal. “Está sendo feito e será encaminhado ao Consuni. Se aprovado, entra em vigor”, comentou.
Josete dos Santos, diretora da Divisão de Recursos Humanos, explicou que mandou a proposta de dimensionamento das necessidades de pessoal para o superintendente de Pessoal, Roberto Gambine. “Estou esperando a aprovação do superintendente para ver se começamos com um projeto piloto com a EBA e a FAU, que depois será ampliado”, contou ela.
A proposta de dimensionamento buscará apurar quais objetivos a unidade tem num certo período, quantos servidores tem para atender a esse objetivo, a escolaridade e o número de alunos. “Temos que fazer o confronto destas informações, verificar se os profissionais estão capacitados e se a quantidade de servidores atende ao que se pretende”, comenta a diretora, explicando que para o dimensionamento futuro será feito um banco de dados com o levantamento do perfil dos servidores para aproveitar seu potencial da melhor maneira possível.
Quanto ao Programa de Avaliação de Desempenho, também sob responsabilidade da DRH, Josete explica que está fechando parâmetros com o Núcleo de Computação Eletrônica (NCE), para disponibilizar o programa que será usado. Serão feitas reuniões nas unidades para sensibilização sobre o novo modelo: “É uma mudança de cultura. Tínhamos uma avaliação estritamente pessoal e a agora os novos moldes pedem que se atenda ao perfil profissional do servidor dento do ambiente de trabalho e da missão da unidade. Para o alcance do objetivo da unidade”, explica Josete, que espera poder em janeiro dar início ao programa: “Isso tem que ser geral. É um plano único para toda a Universidade”, argumenta.

Representante do governo propõe debate ampliado

Maria do Socorro considera fundamental que haja requalificação das equipes que lidam com os recursos humanos
Entre as palestras dos três dias do II Seminário Nacional de Capacitação, que reuniu profissionais das instituições federais de ensino (Ifes) de todo o país, entre os dias 24 e 26 de setembro, no CCMN, uma se destacou por apontar indícios da visão do governo sobre os servidores e a capacitação neste contexto. Foi a de Maria do Socorro Mendes de Oliveira, que participou da Coordenação de Gestão de Pessoas do MEC e, portanto, conhece bem a Carreira, e hoje é coordenadora-geral de Carreiras e Análise do Perfil da Força de Trabalho do Ministério do Planejamento.

Ela disse que o nível de desmantelamento e desmanche que encontrou nos órgãos púbicos demonstrou um interesse claro em relação ao modelo de Estado. Para ela, havia interesse de manter o país num patamar periférico em termos econômicos. Mas, segundo ela, a partir do início do governo Lula uma nova visão do governo resultou em investimentos em gastos públicos e no serviço público. Com base neste raciocínio, Maria do socorro disse que não queria discutir apenas a “carga horária adequada a um curso de capacitação”. Propôs um debate ampliado, no momento de salto econômico e social, sobre o papel de cada um e pensar capacitação nesta lógica.

Bonde da história
“Primeiro temos que compreender o que são as instituições federais de ensino hoje e qual política o MEC tem apontado. Quais são os desafios estratégicos. É fundamental que todos tenham clareza de qual modelo institucional queremos construir”, resumiu, explicando que a peça de planejamento estratégico – o PDI – tem que tomar o centro do debate.
Para Nina, este é um momento interessante, que há uma lei que define os parâmetros, instrumentos e recursos: “Caso os RH não consigam ter clareza do momento e utilizá-lo a favor de uma política séria, vamos perder o bonde da história.”
Mas ela conhece as dificuldades: “Como temos um histórico de sucateamento, muitas Ifes não têm preparo adequado para lidar com essas ferramentas. É fundamental que haja requalificação da equipe que lida com RH. Temos que buscar o fortalecimento da máquina com qualidade. Esse é o desafio na área da capacitação”, explicou, apontando que o servidor deve se perguntar como sua atuação vai contribuir para o modelo de Estado.


UFRJ: EAD na capacitação

Márcia Rangel, da UFBA, apresentou uma interessante novidade: a rede de cooperação entre as Ifes do Nordeste. A rede vai ser lançada oficialmente no dia 30, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Reúne 40 entidades da região, mas a pretensão é que alcance nível nacional com foco na capacitação do servidor e até a graduação em gestão pública a distância.
Cleide de Moraes, da UFRJ, abordou a educação a distância como estratégia de capacitação. Ela explicou que a Pró-Reitoria de Extensão desenvolveu parcerias com a Secretaria de Educação a Distância do MEC em projetos bem consolidados, entre eles a capacitação de tutores para a modalidade e o projeto de mídias na educação. Ela apresentou a plataforma criada pelo MEC para o desenvolvimento da proposta, o e-proinfo, e dados que mostram o sucesso da modalidade, como índices de evasão que não se diferem do modelo presencial.
Profissionais da UFRJ perguntaram por que o programa não poderia ser usado para capacitação. O superintendente de Pessoal Roberto Gambine explicou que de fato está em discussão com a Coordenação de Extensão do CCS a possibilidade de uma experiência de capacitação utilizando o ensino a distância para o próximo ano.

Ênfase na competência
Jefferson Gonçalo Pereira abordou na tarde do dia 25 a proposta de avaliação de desempenho da URGS. Ele apresentou o histórico da universidade, contextualizou o ambiente aonde vai desenvolver o programa, a escolaridade dos servidores e a proposta que ainda espera aprovação no Conselho Universitário que reúne avaliação institucional e dos servidores, dos usuários e das condições de trabalho. “A proposta está dentro do plano de carreira e objetivo final é que todos os servidores participem do planejamento da Universidade.
Programa na UFRJ – O trabalho da comissão instituída pela Reitoria para elaborar o programa de desenvolvimento e valorização do servidor terá como base o Programa de Capacitação dos Técnico-administrativos em Educação.

GTs: Ausência de PDI na maioria das Ifes dificulta ações

Falta de verbas para ações de capacitação, falta de estrutura e pessoal, liberação dos servidores, falta de treinamento do pessoal de RH. Estas foram algumas das dificuldades apontadas pelos grupos de trabalho formados no encontro nacional para discutir problemas, pontos positivos e propostas de solução do tema.
Os participantes se dividiram em grupos para discutir proposições sobre os programas e apresentaram propostas detalhadas. Entre as dificuldades apontadas no tocante à capacitação, o grupo relacionou ainda ausência de critérios claros para seleção de servidores para capacitação, resistência à mudança, tanto por parte dos servidores quanto da administração quando se trata de apoiar ações de capacitação. Entre as facilidades, o grupo apontou o desejo espontâneo do servidor em se qualificar, parcerias dentro e fora das Ifes, apoio da administração central e o fato de que as equipes são engajadas.
Como sugestões, o grupo relacionou a necessidade de uma política de qualificação, cursos amplos oferecidos pelo MEC, criação de uma rede nacional de ensino a distância, centros de capacitação e ampliação do número de vagas dos cursos oferecidos.

Avaliação
A falta de pessoal para composição das comissões de avaliação, a falta de capacitação e o desconhecimento do tema pelas equipes envolvidas, a falta de infra-estrutura, a ausência de PDI (e por conseguinte de metas) na maioria das Ifes são alguns dos problemas apontados pelo grupo. Os profissionais constataram ausência de orientação da Comissão Nacional de Supervisão para as CIS e os setores de Recursos Humanos.O grupo apontou, entre os fatores que facilitam a implementação do programa, a integração entre as CIS, RHs e sindicados, a disposição das equipes e a motivação da categoria.

Comissão na UFRJ

Entre as propostas sugeridas estão a necessidade de comprometimento da alta administração, a criação de uma comissão específica para a UFRJ com a função específica de implementar e acompanhar políticas permanentes, capacitação dos RH, integração do sindicado, CIS e administração com o programa de avaliação.
Seminário
Rita Anjos, coordenadora de Desenvolvimento de Pessoal da UFRJ, estava satisfeita com o saldo positivo do encontro, em particular com o resgate e disseminação de experiências relevantes desenvolvidas nas Ifes do país. Ela destacou, por exemplo, a rede de cooperação nacional: “Se há idéias boas é preciso compartilhar com as pessoas”, disse ela. “A UFRJ coloca de vez em sua pauta de discussão essa questão que envolve a capacitação dos servidores”, resumiu o pró-reitor de Pessoal, Luiz Afonso.
“Foi muito bom, não só pelo conhecimento geral, mas pela troca de idéias. A instituição deve promover mais encontros assim, inclusive entre as áreas da própria universidade, que é fragmentada”, sugeriu Teresinha de Souza. A aposentada Helena Vicente Alves apreciou as propostas de avaliação de desempenho e dimensionamento apresentadas pelas outras Ifes: “Devíamos fazer esse debate há tempos.”
Juscelino de Souza, da Diseg, foi um dos que propuseram o uso do ensino a distância para capacitação na UFRJ: “Poderiam usar esse instrumento para os técnicos-administrativos.” Ele elogiou o encontro pelo conjunto de idéias apresentadas.
José Marcos Gonçalves, pró-reitor de Pessoal de Campina Grande, ficou satisfeito com a riqueza de experiências trocadas no encontro e elogiou a equipe da Codep pela organização.

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