5/4/2008
Saúde: adesões
A Caurj anunciou na
sexta-feira que o número
de adesões ao plano de
saúde dos
técnicos-administrativos
chegou a 1.437 vidas. O
Conselho Diretor da
entidade decidiu dar
continuidade ao processo
de adesão, mas com
algumas diferenças: quem
aderir, a partir de
agora e até o dia 30 de
maio, cumprirá uma
carência amenizada.
Urgência e emergência,
consultas e exames que
não precisem de
autorização poderão ser
realizados sem carência.
Haverá carência para
partos, exames de alta
complexidade ou
internações cirúrgicas
de natureza
não-emergencial.
29/3/2008
Adesão termina esta
segunda
Esta segunda-feira, 31
de março, é o último dia
para que os servidores
técnico-administrativos
realizem sua adesão ao
plano de saúde Caurj/UFRJ
com isenção de carência.
Na avaliação do
presidente da Caixa
Assistencial
Universitária do Rio de
Janeiro, Luiz Eduardo
Pestana, o período foi
positivo. “Existia uma
grande dúvida sobre o
número de pessoas que
realizariam os pedidos
no período das adesões.
Estamos satisfeitos com
os resultados”, disse.
De acordo com ele, nos
últimos dias a procura
se intensificou. “O
volume de adesões veio
crescendo ao longo dos
dias até atingir um
nível bastante acelerado
nas últimas semanas”,
comentou Pestana.
A Caurj ainda não
divulgou os números
oficiais das adesões,
nem mesmo uma prévia.
“Estamos em processo de
digitalização dos dados
e avaliação preliminar
dos pedidos. Esses dados
serão enviados ainda à
PR-4 e à Reitoria, que
por sua vez os enviará
ao Ministério do
Planejamento para o aval
final. Por essa razão
ainda não podemos passar
dados mais concretos”,
explicou Pestana.
Segundo ele, esta também
é a razão para a demora
na liberação das
carteirinhas dos novos
associados.
Primeiro pagamento em
boleto
O superintendente da
Pró-Reitoria de Pessoal
(PR-4) explicou que por
motivos burocráticos
ainda não foi liberada
pelo governo a rubrica
que autoriza novos
descontos em
contracheques. Por essa
razão, ficou acordado
entre PR-4 e Caurj que o
primeiro pagamento será
realizado via boleto
bancário. “O servidor
irá efetuar o pagamento
e nós repassaremos à
Caurj o valor referente
à contrapartida
governamental. Esperamos
que em abril a rubrica
já esteja liberada para
que em maio o pagamento
aconteça de forma
automática”, comentou
Gambine. A PR-4 en-viará
telegramas aos
servidores explicando o
ocorrido.
Reembolso
Uma questão que tem sido
motivo de confusão entre
alguns servidores
técnico-administrativos
é quanto ao reembolso
para quem possui outros
planos de saúde. A
Portaria Normativa nº 1,
de 27 de dezembro de
2007, deixa claro que só
poderão receber
reembolso os servidores
de universidades que não
tenham optado pela
modalidade de
autogestão. A PR-4
liberará reembolso para
estes servidores
referente apenas aos
meses de novembro e
dezembro de 2007, quando
ainda não havia sido
autorizado o convênio
entre Caurj e UFRJ.
Fora do prazo
As adesões ao plano de
saúde Caurj/UFRJ
continuarão, mas agora o
novo associado deverá
cumprir as seguintes
carências:
24 horas para urgência e
emergência;
30 dias para consultas e
exames básicos;
90 dias para os
atendimentos
odontológicos;
180 dias para exames
especiais e
fisioterapia;
180 dias para
internações e cirurgias;
180 dias para órteses e
próteses ligadas ao ato
cirúrgico;
300 dias para partos.
Encontro em Brasília
Nesta semana, no dia 3
de abril, será realizado
um encontro em Brasília
com representantes do
Ministério do
Planejamento, dos
sindicatos das
universidades federais,
das caixas assistenciais
e do governo para
discutir os pontos
considerados polêmicos
da portaria, para
avaliar a necessidade de
haver mudanças no
documento.
24/3/2008
Caurj prorroga prazo de
adesão
A Caixa Assistencial
Universitária do Rio de
Janeiro (Caurj)
prorrogou para o dia 31
de março a data-limite
para a adesão ao plano
de saúde com isenção de
carência. “Já houve um
entendimento prévio com
a Pró-Reitoria de
Pessoal (PR-4) e o
Sindicato sobre a
necessidade de
prorrogarmos o prazo até
o dia 31”, informou o
diretor da Caurj, Luiz
Eduardo Pestana. Ele
afirmou que se houver
necessidade, novas
negociações poderão
ocorrer. “Mas será tudo
conversado, pois
prorrogações geram
custos”, afirmou.
O superintendente da
PR-4, Roberto Gambine,
informou que até o dia
10 de março foram
cadastradas 130 vidas.
De acordo com a
superintendente da Caurj,
Alessandra Capetini,
esse número cresceu na
última semana, com uma
expectativa pelo menos
mais 300 vidas. “Mas só
poderemos divulgar os
números oficiais na
próxima semana, quando
terminaremos a
computação dos dados”,
afirmou Alessandra.
Reunião com o
Planejamento
A Caurj promoveu um
encontro nos dias 19 e
20 de março com
representantes das
Caixas Assistenciais à
Saúde das IFES,
envolvendo as
Universidades Federais
de Minas Gerais, do
Paraná, de Viçosa, da
Bahia, de Mato Grosso do
Sul e a UFRJ. Também
participaram do evento
representantes dos
sindicatos, o
superintendente da
PR-4 e o
coordenador-geral de
Seguridade Social e
Benefícios do Ministério
do Planejamento, Sérgio
Carneiro.
No encontro, o
representante do
Planejamento informou
que o Ministério
realizará no dia 3 de
abril um encontro em
Brasília com
representantes dos
sindicatos, servidores,
caixas assistenciais e o
governo para discutir os
pontos considerados mais
polêmicos da portaria,
para “averiguar se
precisará haver mudanças
no documento”, disse.
Aumentos graduais até
2010
Em entrevista ao Jornal
do SINTUFRJ, Carneiro
informou que o
Ministério tem nas suas
previsões orçamentárias
aumentos graduais do
benefício governamental
para a saúde até 2010.
“Este aumento para R$ 50
já é o primeiro de uma
série que estaremos
promovendo nos próximos
três exercícios, para a
equiparação do benefício
aos valores praticados
no mercado”, afirmou.
Ele disse, ainda, que em
breve os
técnicos-administrativos
receberão o valor
corrigido do benefício.
“Legalmente ainda não
foi distribuído por
questões burocráticas,
mas o valor de R$ 50
está aprovado em todas
as instâncias do
governo”, disse. De
acordo com Carneiro, há
previsão de que o
benefício se estenda aos
docentes num prazo
máximo de 3 anos.
11/3/2008
Como fica a situação
dos agregados?
Apesar do empenho do
Sindicato em esclarecer
a categoria sobre o
plano de saúde, muitas
dúvidas surgem na hora
de nomear agregados. A
principal confusão que
se tem feito, segundo os
atendentes que estão
realizando o cadastro
para adesão ao plano de
saúde Caurj/UFRJ, é
sobre os valores que
estas pessoas
efetivamente pagarão
pelo plano. Para os
agregados não há a
contrapartida
governamental. Além
disso, as tabelas são
diferentes das tabelas
pagas pelos servidores e
seus dependentes.
TABELA
Quem pode ser agregado?
- Neto;
- Filhos e enteados que
perdem a condição de
dependente;
- Irmão do titular e
seus respectivos cônjuge
e filhos;
- Pai e mãe do titular,
desde que existam
dependentes menores do
titular;
- Nora e genro do
titular, desde que seus
cônjuges estejam
inscritos na Caurj;
- Ex-cônjuge, desde que
o pedido de permanência
ocorra no prazo máximo
de 180 dias contados da
separação judicial.
A co-participação para
os agregados também é
diferente, se comparada
às tabelas dos
servidores. De acordo
com informações da Caurj,
as tabelas Enfermaria e
Ambulatorial deverão
obedecer às seguintes
co-participações:
30% em consultas
médicas;
30% em exames
laboratoriais, que
custem até R$ 190;
15% em exames
laboratoriais, que
custem acima de
R$ 190;
15% para fisioterapia;
15% para internação
psiquiátrica.
No caso de internações,
somente na tabela
Ambulatorial, as
co-participações seguem
os seguintes critérios:
R$ 150 para todo e
qualquer atendimento ou
evento em que o custo
não ultrapasse mil
reais;
R$ 190 para partos e
para todo e qualquer
atendimento ou evento
cujo custo esteja entre
R$ 1.000,01 e R$ 5 mil;
R$ 250 para todo e
qualquer atendimento ou
evento cujo custo esteja
acima de R$ 5 mil.
A tabela Especial é a
única que não prevê
co-participação para os
agregados.
Postos de atendimento
Os servidores que ainda
tiverem dúvidas sobre o
plano podem procurar um
dos postos de
atendimento montados
pela Caurj para a
adesão. É bom lembrar
que o período da adesão
com isenção de carência
termina no dia 26 de
março.
Veja os locais:
CT – Bloco A;
CCS – Bloco L;
IFCS – Hall;
Reitoria – Hall.
A Comissão de Saúde
Suplementar do SINTUFRJ
irá se reunir nesta
quarta-feira, dia 12,
com a Caurj e a PR-4. O
objetivo é solucionar as
demandas da categoria e
as pendências
relacionadas à inclusão
de dependentes e
homoafetivos. Outra
necessidade mapeada pelo
Sindicato é acertar o
prazo de validação das
fichas de adesão pela
PR-4.
Solicitação de
auxílio-saúde
A PR-4 informa que as
solicitações de
pagamento do
auxílio-saúde devem ser
feitas através de
abertura de processo
administrativo, por
requerimento individual
e anexando os
comprovantes de
pagamento dos meses de
novembro e dezembro de
2007 de plano de saúde
do servidor e seus
respectivos dependentes.
O pagamento só é devido
aos servidores que
tinham plano de saúde
nos referidos meses.
3/3/2008
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O movimento sindical
sempre se pautou pela
luta em defesa do SUS,
porém os servidores
públicos de quase todos
os órgãos conquistaram o
benefício de ajuda em
plano de saúde. Tal
situação fez com que o
movimento da FASUBRA
buscasse garantir para
os trabalhadores das
Universidades este
benefício que nos
faltava. Na UFRJ, este
trabalho teve início no
ano de 2003 com a
realização de um
Seminário de Saúde do
Trabalhador promovido
pela PR4/DVST e o
SINTUFRJ se fez
representado
participando dos grupos
de trabalho, os quais já
apontavam que o melhor
caminho para
implementação de um
plano de saúde seria
através da autogestão.
Na greve de 2007,
pautamos e conquistamos
este benefício que teve
um valor aquém do
esperado para garantir a
implementação de um
plano de saúde que
atendesse por completo
os procedimentos médicos
regulamentados pela ANS,
entretanto não
poderíamos rejeitar mais
uma conquista para quem
nada tinha e passaria a
ter mais um benefício em
seu contracheque. É bem
verdade, que o governo
não é nada bobo e tenta
empurrar uma situação
que nem todos poderão
usufruir deste
benefício, em função dos
baixos salários e muitas
vezes comprometidos com
empréstimos bancários e
agiotas.
A legislação garantiu
cinco modalidades para
que os reitores pudessem
escolher a melhor forma
de gerenciar o
benefício, e dentre as
cinco o movimento
sindical indicou o Plano
de Autogestão,
modalidade esta que
possibilita o servidor
ser um agente deste
processo, e também de
mais fácil fiscalização
pelas entidades
sindicais.
Durante a GREVE o
SINTUFRJ realizou
oficinas e Seminário
convocando a categoria,
de modo a esclarecer
como se aplicaria esta
conquista aqui na UFRJ,
buscou também a Reitoria
com o propósito de saber
como estava a
movimentação para
garantir tal benefício
para a categoria. A
reitoria nos informou
que estava realizando
uma consulta a toda
comunidade, através da
página da Internet e dos
DP’s, sobre a negociação
já em curso com a CAURJ
em função do projeto
iniciado em 2003 de
Saúde do Trabalhador, em
que vários trabalhadores
apontaram a necessidade
de se investir na
prevenção da doença ao
invés de simplesmente
remediá-la.
O SINTUFRJ foi parceiro
na construção das
propostas deste
Seminário sobre Saúde do
Trabalhador realizado em
2003, porém não
interferiu na decisão da
UFRJ por qual operadora
de autogestão iria
optar, tendo em vista
que atendia a indicação
da categoria (GT-SAUDE
SINTUFRJ) de autogestão.
Tomamos conhecimento da
existência de uma
comissão formada apenas
pela Reitoria e a CAURJ
para apresentar proposta
de tabelas e
procedimentos para a
realização do convênio e
logo reivindicamos a
nossa participação, por
entendermos que nos
caberia colaborar com
este processo. Com
estudos realizados e
conhecimento de outros
planos de saúde
apresentamos uma
proposta que atenderia a
totalidade da categoria,
principalmente para
aqueles com menor
remuneração. Nossa
proposta foi rejeitada
com o argumento de que
os procedimentos
garantidos na legislação
são completos e que os
planos apresentados
estavam limitados a
alguns procedimentos.
Informamos que as
tabelas apresentadas
eram de difícil acesso
para maioria da
categoria, em função do
comprometimento da sua
renda. Tentamos
apresentar a idéia de
construção de uma
modalidade de baixa
renda e familiar que
garantisse um
atendimento básico
ambulatorial para
consultas e exames
laboratoriais, porém a
legislação impede que
haja separação de
atendimentos.
Apresentamos no limite
da negociação, que
ninguém poderia
complementar com um
valor superior ao valor
estipulado pelo governo,
e a partir daí foi
apresentado quatro
tabelas em que uma delas
atendia em parte a
preocupação do sindicato
com os que têm menor
renda e faixa de idade
elevada. Portanto a
Tabela quatro atende ao
que debatemos com a
categoria e mesmo assim
ainda existem muitas
dúvidas, principalmente
daqueles que não lêem
nosso jornal e que não
participam dos nossos
fóruns de debates, porém
estamos atentos e
acompanhando o processo
de implantação para
garantir de fato a nossa
conquista.
Sendo assim, a nossa
luta está apenas
iniciando em busca de
melhor qualidade de vida
para nós trabalhadores
da UFRJ.
Francisco Assis, Noemi
Andrade e Nilce Côrrea
Representantes do
Sindicato na Comissão de
Saúde Suplementar
25/2/2008
Plano de saúde:
audiência pública na
Praia Vermelha
Na quarta-feira, dia 20,
foi realizada a segunda
audiência pública para
esclarecer a categoria
sobre o plano de saúde
suplementar. PR-4, Caurj
e SINTUFRJ compuseram a
mesa que debateu e
esclareceu os servidores
sobre a nova modalidade
de plano que será
implantada na UFRJ a
partir da próxima
semana. O encontro foi
realizado no Salão Moniz
de Aragão, na Praia
Vermelha. A coordenadora
de Políticas Sociais do
SINTUFRJ, Noemi Andrade,
relembrou que o plano de
saúde apresentado é uma
conquista da categoria.
“Este é um fruto de
nossas reivindicações,
fruto da última greve. A
opção pela autogestão
significa não pensar na
saúde como um produto.
Cada um que estiver
fazendo a adesão não
será um cliente, mas um
associado. E como
associado, cada um tem
direito a voz e voto”,
afirmou a dirigente.
O coordenador-geral do
Sindicato, Francisco de
Assis, esclareceu a
plenária sobre a
participação do SINTUFRJ
nas negociações com a
Caurj. “A nossa proposta
inicial era de que o
servidor contribuísse
apenas com R$ 42, mesmo
valor do governo.
Percebemos que não seria
possível que toda a
categoria fosse
contemplada dessa forma,
mas a tabela IV (sem
faixaetária) atende em
parte a nossa
reivindicação. A base da
categoria que ganha até
R$ 1.372,81 irá pagar
apenas R$ 42 pelo
plano”, disse. Ele
também chamou atenção
para os dias 26 e 27 de
fevereiro, dias de
mobilização e
paralisação para que o
governo cumpra as outras
partes do acordo de
greve. “É mais uma forma
de pressionarmos para
que tenhamos todo o
acordo cumprido”,
afirmou.
Contribuição do
governo terá reajuste
A coordenadora de
Administração e Finanças
do Sindicato, Nilce
Corrêa, deu uma boa
notícia: “Já está
confirmado que o valor
pago pelo governo ao
plano de saúde passará
de R$ 42 para R$ 50”.
Ela propôs que o período
de adesão comece no
início de março, para
que a categoria possa
ter amplo conhecimento
do fato “e para que os
cálculos sobre como
ficará a contribuição do
servidor sejam
realizados e informados
à base”.
O superintendente de
Pessoal, Roberto Gambine,
informou que pelo que
foi acordado com a
Fasubra, a contrapartida
do servidor deve ser
igual à do governo:
“Nesse caso, deverá ser
aumentada a contribuição
do servidor para R$ 50”.
O assunto ainda não tem
uma resposta definida.
“Enquanto o Orçamento da
União não for aprovado,
não poderemos fazer nada
nesta direção”, afirmou
o diretor da Caurj, Luiz
Eduardo Pestana.
Adesões - Depois de
Nilce Corrêa, foi a vez
do pró-reitor de
Pessoal, Luiz Afonso
Mariz, solicitar que o
período de adesão comece
em março. “Penso que
assim haverá mais tempo
para esclarecermos todas
as dúvidas dos
servidores, que
certamente não ficaram
esclarecidas nessas duas
audiências, até porque
pouca gente compareceu”,
lamentou. Com as
intervenções, ficou
acordado que entre os
dias 25 e 29 de
fevereiro a sede e as
subsedes do SINTUFRJ e
os postos de
atendimentos da Caurj,
que serão montados no
CCS, Reitoria e CT,
realizarão atendimento
aos servidores para
esclarecimento de
dúvidas. Mas as adesões
poderão ser feitas já.
Outra boa notícia é que
agora a categoria não
precisará mais arcar com
o pagamento no ato da
adesão. O desconto dá
contrapartida do
servidor virá no
contracheque do mês
posterior à adesão.
Audiência pública
esclarece dúvidas sobre
plano de saúde
Na quarta-feira, dia 13
de fevereiro, foi
realizada a primeira
audiência pública para
esclarecimento sobre o
plano de saúde
suplementar dos
servidores da UFRJ. A
mesa foi composta pelos
coordenadores do
SINTUFRJ Noemi Andrade,
Nilce Correa e Francisco
de Assis, pelo
pró-reitor e
superintendente de
Pessoal Luiz Afonso
Mariz e Roberto Gambini
(respectivamente), pelo
diretor da Caurj, Luiz
Eduardo Pestana, Antonio
Carlos Ramos (médico da
DVST cedido para a
diretoria da Caurj como
apoio técnico) e pela
diretora da DVST Vânia
Oliveira.
Uma das perguntas que
mais gerou polêmica foi
com relação ao tempo que
o beneficiário levará
para ter direito a
utilizar os serviços
após a adesão.
Atualmente a Caurj
funciona com regime de
pré-pagamento, ou seja,
para estar coberto, o
beneficiário precisa
pagar no ato da adesão o
valor correspondente à
primeira mensalidade.
Isso porque o convênio
Caurj/UFRJ não tem caixa
inicial. No entanto, a
portaria estabelece que
o pagamento seja feito
na folha do servidor. A
dúvida gerou impasse
entre o Sindicato e a
PR-4. O pró-reitor
informou que há uma
verba de mais de R$ 3
milhões disponível para
a saúde do trabalhador e
que verá se é legalmente
possível que esse
dinheiro sirva como um
caixa inicial. A medida
evitaria que os
servidores necessitem
realizar o desembolso no
ato da adesão. A questão
ainda não tem resposta
definitiva.
O plano de saúde é uma
conquista dos servidores
e está pautada na
autogestão. A idéia é
que a categoria molde
este plano para que
esteja cada vez mais
adequado às suas
necessidades. A diretora
da DVST, Vânia Oliveira,
chamou atenção para a
importância dessa
conquista: “Vamos pagar
por alguma coisa que
será administrada por
nós mesmos. DVST e Caurj
poderão caminhar em
projetos de promoção à
saúde e prevenção da
saúde do trabalhador à
medida que nossos
problemas mais agudos
forem sendo resolvidos”.
O pró-reitor de Pessoal,
Luiz Afonso Mariz,
acalmou a categoria, que
queria saber sobre como
se defender em caso de
mudanças nas cláusulas e
resoluções da Caurj.
“Qualquer coisa que a
Caurj queira fazer,
diferente do que está
estipulado, não poderá
ser implantado sem a
aprovação dos
participantes do plano
em assembléia”,
comentou. A coordenadora
de Políticas Sociais do
SINTUFRJ, Noemi Andrade,
também alertou a
categoria, que neste
plano deixará de ser
simples cliente, para se
tornar participante das
decisões internas.
“Estamos construindo um
patrimônio”.
Na próxima quarta-feira,
dia 20, às 11h, será
realizada a segunda
audiência pública, no
Salão Moniz de Aragão,
na Praia Vermelha. A
adesão está marcada,
inicialmente, para
começar em 25 de
fevereiro, com 30 dias
corridos para adesão com
isenção de carência.
O Jornal do SINTUFRJ
relacionou as dúvidas
mais recorrentes
surgidas na reunião.
Veja a seguir:
Se houver reajuste do
plano de saúde, o
governo vai reajustar a
contrapartida de R$ 42?
É o governo que estipula
a questão do reajuste de
preços. Além disso, por
ser autogestão, se
existir uma situação
dessas, há a
possibilidade de se
fazer assembléias com os
beneficiários. Todos os
participantes têm
direito a voz e voto por
ser autogestão.
O agregado precisa ter
parentesco com o
servidor?
O dependente ou qualquer
pessoa que venha a
participar como agregado
precisa ter,
obrigatoriamente,
vínculo de parentesco
com o titular, seja ele
ativo ou aposentado.
Havendo aumento na base
de cálculo do IR, há
possibilidade de
aumentar os valores dos
serviços?
Para efeito de cálculo
para a tabela IV, quando
aumenta a base de
cálculo, o servidor que
ganha até este valor
pagará menos pelo plano.
Mas é bom lembrar que
quem ganha acima do
valor pagará 4,8% sobre
a base de cálculo do IR,
com piso equivalente a
1/6 e teto equivalente a
um salário mínimo.
O companheiro ou
companheira precisa
estar cadastrado na UFRJ
para poder ter direito
ao plano?
Sim. O companheiro ou
companheira precisa ser
cadastrado no Siape pra
depois ter direito ao
benefício. Todos os
dependentes deverão ser
primeiramente
cadastrados na UFRJ,
através da PR-4, para
depois fazerem parte do
plano.
Tenho doença
preexistente. A Caurj
cobrirá?
Quem aderir ao plano até
26 de março de 2008 terá
isenção de carência.
Poderá haver perícia
médica, com médico
indicado pela Caurj para
atestar a situação,
dependendo do caso. O
associado também poderá
indicar um médico de
confiança (arcando com
os custos) para compor
uma junta médica, se
desejar. Após 26 de
março as carências são
as seguintes:
24 horas para urgência e
emergência;
30 dias para consultas e
exames básicos;
90 dias para os
atendimentos
odontológicos;
180 dias para exames
especiais e
fisioterapia;
180 dias para
internações e cirurgias;
180 dias para órteses e
próteses ligadas ao ato
cirúrgico;
300 dias para partos.
Que garantia temos de
que todos os exames e
procedimentos que
precisamos serão
cobertos pela Caurj?
Os atendimentos e os
procedimentos que a
Caurj tem são os
indicados pela Agência
Na-cional de Saúde e
pelo Ministério do
Planejamento. Tudo o que
eles estipulam como
procedimentos
obrigatórios, as
modalidades do plano
Caurj/UFRJ contemplam.
Além disso, cirurgias de
vasectomia, por exemplo,
que não são cobertas
pelos planos privados,
serão cobertas pela
Caurj.
Teremos direito a plano
dentário?
Sim. Todos os
procedimentos
odontológicos estão
cobertos, com exceção de
ortodontia e próteses.
Os valores divulgados
são os que devem ser
pagos pelo servidor ou
será esse valor menos R$
42?
Os servidores deverão
desembolsar os valores
anunciados no Jornal do
SINTUFRJ, na página do
Sindicato na internet e
no site da Caurj de
acordo com a tabela
escolhida.
Meu filho maior de 21
anos poderá fazer parte
do plano?
Sim, como agregado. Isso
significa que para este
caso não haverá a
contrapartida de R$ 42
do governo.
Caso eu opte por uma das
modalidades com
co-participação,
precisarei pagar os
percentuais no momento
da consulta?
Não. Esses valores virão
debitados no
contracheque do servidor
no mês seguinte.
Reembolso pra quem tem
plano
A PR-4 anunciou na
última sexta-feira, dia
22, que os R$ 3,8
milhões disponíveis nos
cofres da UFRJ para a
saúde complementar do
trabalhador já têm
destino certo: servirão
como reembolso para os
servidores que já
possuíam planos em
novembro e dezembro de
2007. Para ter acesso ao
benefício, o servidor
deverá entrar com
processo individual no
DP de sua unidade,
solicitando o reembolso
com os comprovantes de
pagamento referentes aos
meses em questão. A PR-4
ainda não divulgou o
calendário.
Saúde suplementar
Saiba onde fazer adesão:
CCS – Bloco L
CT – Bloco A
Reitoria – Hall
IFCS – Hall
Sede e subsedes do
SINTUFRJ
Veja os documentos
necessários para a
adesão:
Titulares:
a) Identidade;
b) CPF;
c) Comprovante de
residência;
d) Contracheque;
01 (uma) Foto 3x4.
Dependentes:
a) Certidão de
Nascimento
/casamento;
b) Identidade;
c) CPF;
d) 01 (uma) Foto 3x4.
* Os dependentes deverão
estar previamente
cadastrados no Siape da
universidade, caso
contrário, não terão
direito ao benefício.
* Os agregados terão
matrícula e adesão à
parte e não terão
direito de R$ 50 do
governo. A tabela para
agregados estará
disponível nos postos de
atendimento para
consulta.
Perguntas e respostas
para uma adesão
consciente
Veja as perguntas e tire
suas dúvidas:
- A co-participação de
30% na tabela IV será
cobrada a partir da
segunda consulta na
mesma especialidade ou
em especialidades
diferentes?
Independentemente de ser
a mesma especialidade ou
de ser especialidades
diferentes, o associado
deverá pagar 30% do
valor da consulta, se
for a segunda realizada
no mês.
- No caso de
policlínicas: só a
clínica deve ser
credenciada ou o médico
que realizará o
atendimento precisará
ser credenciado? Mesmo
no caso de policlínicas
o médico precisa ser
credenciado na Caurj.
- Há cobertura total de
carência e
preexistência? Não há
carência para adesão nos
primeiros 30 dias de
início do plano. No caso
de doenças
preexistentes, poderá
haver, dependendo do
caso, uma perícia com
médico indicado pela
Caurj, ou com uma junta
médica, com médico
indicado também pelo
associado.
- É possível que seja
feita adesão de novos
médicos, para que o
associado possa
continuar sendo atendido
por seu médico de
confiança? Sim. O
credenciamento de
médicos na Caurj é
constante. Atualmente
estão sendo cadastrados
médicos e clínicas na
Região dos Lagos, para
que os associados possam
estar cobertos durante
seu período de férias.
- O que acontece quando
uma pessoa deixa de ser
dependente do titular? A
pessoa passa,
automaticamente, para a
tabela de agregados e a
contrapartida de R$ 42
do governo referente
àquela pessoa deixa de
existir. Ela passa a
pagar o valor integral.
- O desconto do plano
entrará na margem de
cálculo de consignação
do servidor?
Não. O servidor que
utiliza empréstimos
consignados não terá
desconto do plano no
valor que tem direito.
- Em que casos o
servidor poderá
solicitar reembolso ao
plano?
O reembolso só é
aplicado em caso de
urgência e emergência,
quando o credenciado
está fora da área de
abrangência da Caurj.
- Se o servidor optar
por uma tabela e depois
quiser migrar para
outra, poderá fazê-lo em
qualquer tempo? Sim. O
servidor que quiser
mudar de uma tabela para
outra poderá fazê-lo a
qualquer momento,
entretanto terá que
cumprir as carências
estabelecidas. É como se
o servidor estivesse
entrando no plano pela
primeira vez.
- Qual é a porcentagem
da co-participação na
tabela I? E na tabela
II? Na tabela I a
co-participação é de 10%
apenas para consultas.
Ou seja, além da
mensalidade de acordo
com a faixa etária, o
servidor pagará o
equivalente a R$ 4 por
consulta. A tabela II já
é um pouco mais
complexa. O servidor
pagará uma porcentagem
que varia entre 25% e
30% nos seguintes
atendimentos e
procedimentos: 25% em
consultas, exames,
terapias, atendimentos
ambulatoriais e
internações e 30% no
caso de internação
psiquiátrica.
Tabela IV: sem faixa
etária e com
co-participação de 30% a
partir da segunda
consulta realizada no
mês
Para ganhos de até R$
1.372,81, contribuição
do servidor: R$ 42.
Para ganhos entre R$
1.372,82 e R$ 4.112,43,
contribuição do
servidor: R$ 42 + 3,2%
da Base de Cálculo do
IR.
Para ganhos entre R$
4.112,44 e R$ 5.491,24,
contribuição do
servidor: R$ 42 + 3,6%
da Base de Cálculo do
IR.
Para ganhos acima de R$
5.491,24, contribuição
do servidor: R$ 42 + 4%
da Base de Cálculo do
IR.
Família
R$ 42 por vida + 4,8% da
Base de Cálculo do IR,
desde que não ultrapasse
o limite de R$ 380.
Veja um exemplo que
ilustra a situação de um
servidor de 40 anos e
que ganha R$ 1.372,81
por mês:
Na tabela I ele pagará:
R$ 65,52 + R$ 4 por
consulta.
Na tabela II ele pagará:
R$ 53,07 + R$ 10 por
consulta e 25% do valor
de cada exame.
Na tabela III ele
pagará: R$ 137,40 (sem
co-participação e com
direito a apartamento).
Na tabela IV ele pagará:
R$ 42 + R$ 12 a partir
da segunda consulta no
mês.
Veja a seguir as tabelas
I, II, III e IV para o
plano de saúde Caurj/UFRJ
Faixa Etária
(anos)
0 a 18
19 a 23
24 a 28
29 a 33
34 a 38
39 a 43
44 a 48
49 a 53
54 a 58
59 ou mais |
TABELA I
ENFERMARIA
CO-PARTICIPAÇÃO
DE 10% EM
CONSULTAS
35,75
35,75
44,97
44,97
59,87
65,52
102,28
112,78
140,31
210,33
|
TABELA II
ENFERMARIA
CO-PARTICIPAÇÃO
ESTENDIDA
28,96
28,96
36,43
36,43
48,50
53,07
83,25
91,35
113,65
170,37
|
TABELA III
APARTAMENTO
SEM
CO-PARTICIPAÇÃO
57,75
70,40
84,86
112,64
125,27
137,40
170,00
222,54
298,20
339,85
|
Tabela IV – por faixa
salarial
Para servidores que
ganham até a base de
cálculo do IR, que
equivale a R$ 1.372, o
valor a ser pago pelo
servidor será:
R$ 42,00 do governo + R$
42 do servidor
Para servidores que
ganham a partir de R$
1.372 até duas vezes o
limite do IR, ou seja,
aproximadamente R$
2.744, o valor a ser
pago será:
R$ 42,00 do governo +
contribuição variável de
3,2% do limite mínimo,
que corresponde a R$ 86.
Para servidores que
ganham mais que R$ 2.744
até três vezes o limite
mínimo, ou seja, R$
4.116, o valor será:
R$ 42,00 do governo +
contribuição variável de
3,6%, que corresponde a
R$ 148,17.
Já os que ganham a
partir de quatro vezes o
valor da base de
cálculo, ou seja, mais
de R$ 5.488, deverão
pagar:
R$ 42,00 do governo +
contribuição variável de
4%, respeitado o teto de
R$ 380,00.
Plano familiar
No caso do servidor
optar pelo plano
familiar, o servidor
pagará R$ 42 por vida
(sua e de seus
dependentes) mais 4,8%
de seu vencimento bruto.
O governo entrará com a
contrapartida de R$ 42
por vida. Vale ressaltar
que o piso mínimo de
contribuição equivale a
1/6 do salário mínimo
(R$ 63,33) e teto de R$
380,00.
Os exemplos a seguir
mostram a diferença de
pagamento de acordo com
cada tabela.
Plano individual
Um determinado servidor
com idade entre 44 e 48
anos e uma base de
cálculo de imposto de
renda no valor de R$
1.372,00. Qual seria a
sua participação no
plano?
- Tabela 01 por faixa
etária, com acomodação
em Enfermaria e com 10%
de co-participação nas
consultas. Neste caso o
valor de contribuição do
servidor será de R$
102,28 + R$ 42,00 do
governo;
- Tabela 02 por faixa
etária, com acomodação
em Enfermaria e com
co-participação em todos
os procedimentos
atendidos. Neste caso o
valor de contribuição do
servidor será de R$
83,25 + R$ 42,00 do
governo;
- Tabela 03 por faixa
etária, com acomodação
em Apartamento e sem
qualquer
co-participação. Neste
caso o valor de
contribuição do servidor
será de R$ 170,00 + R$
42,00 do governo;
- Tabela 04 sem
faixa-etária, com
acomodação em Enfermaria
e com co-participação
apenas na 2ª consulta do
mês. Neste caso o valor
de contribuição será de
R$ 42,00 do servidor +
R$ 42,00 do governo.
Plano familiar
Um determinado servidor
com idade entre 48 anos,
sua esposa com 46 anos e
dois filhos na faixa de
0 a 18 anos e uma base
de cálculo de imposto de
renda no valor de R$
1.372,00. Qual seria a
sua participação no
plano?
- Tabela 01 - R$ 102,28
servidor + R$ 102,28
esposa + R$ 35,75 filho
+ R$ 35,75 filho. Neste
plano o servidor teria
que custear um total de
R$ 276,06 e o governo
com R$ 168,00;
- Tabela 02 - R$ 83,25
servidor + R$ 83,25
esposa + R$ 28,96 filho
+ R$ 28,96 filho. Neste
plano o servidor teria
que custear um total de
R$ 224,42 e o governo
com R$ 168,00;
- Tabela 03 - R$ 170,00
servidor + R$ 170,00
esposa + R$ 57,75 filho
+ R$ 57,75 filho. Neste
plano o servidor teria
que custear um total de
R$ 455,50 e o governo
com R$ 168,00;
- Tabela 04 - R$ 42,00
servidor + R$ 42,00
esposa + R$ 42,00 filho
+ R$ 42,00 filho + 4,8%
da base de cálculo do
imposto de renda. Neste
caso o servidor teria
que custear um total de
R$ 233,86 e o governo
com R$ 168,00.
11/2/2008
Saúde: Audiência nesta
quarta!
O Formulário de
Inscrição estará
disponível, a partir do
dia 25 de fevereiro, na
página eletrônica da
Caurj –
www.caurj.com.br
A primeira audiência
para esclarecer a
categoria sobre o plano
de saúde suplementar
será realizada nesta
quarta-feira, dia 13, às
11h, no Salão Azul, no
prédio da Reitoria. Para
os companheiros que não
puderem estar presentes
à primeira audiência, a
PR-4 fará uma segunda no
dia 20 de fevereiro,
desta vez na Praia
Vermelha, no Salão Moniz
de Aragão. O compromisso
está marcado também para
as 11h, e é fundamental
a presença dos
servidores, para que
todas as dúvidas e
questionamentos sejam
respondidos.
Para ajudar os
companheiros a escolher
a modalidade de plano
que mais se adapte às
suas necessidades e
tirar algumas dúvidas
iniciais, selecionamos
as principais
informações sobre o
procedimento de
inscrição, prazos,
modalidades, carências e
abrangência. O
Formulário de Inscrição
estará disponível, a
partir do dia 25 de
fevereiro, na página
eletrônica da Caurj –
www.caurj.com.br
É sempre importante
lembrar que o plano foi
conquista da categoria
na greve dos 100 dias.
Ele se baseia no regime
de autogestão, o que
significa que os
beneficiários terão
participação ativa nas
decisões do plano e
farão as opções que
melhor atenderem à
categoria, de acordo com
suas rea-is
necessidades.
Como se inscrever
A adesão ao Plano de
Saúde CAURJ/UFRJ é
voluntária, ou seja, os
servidores podem optar
por se inscrever, ou
não, nesse plano.
Aqueles que aderirem se
benefi-ciarão do
subsídio de R$ 42. O
servidor que já possuir
seu plano de saúde
privado não é obrigado a
aderir ao plano
suplementar, não havendo
necessidade de
pronunciamento. Nesse
caso, não haverá o
recebimento da
contribuição
governamental.
O servidor deve:
a) acessar o site da
Caurj e preencher, na
tela, todos os campos do
Formulário de
Adesão/Inscrição,
Declaração de Saúde e
carta de orientação;
b) imprimir os
Formulários devidamente
preenchidos. A ficha de
inscrição deverá ser
impressa em duas vias;
c) assinar nos campos
específicos;
d) providenciar os
documentos originais,
com respectivas cópias;
e) entregar pessoalmente
os Formulários
devidamente preenchidos
e assinados, bem como os
originais e as cópias
dos documentos
solicitados, na sede da
Caurj, no campus da
Praia Vermelha ou na
subsede, no CCS e no
SINTUFRJ.
Documentos necessários a
serem apresentados no
ato da adesão: Original
e duas cópias
Do Servidor Titular e
dos Pensionistas:
contracheque (frente e
verso), Carteira de
Identidade, CPF,
comprovante de
residência, foto 3x4.
Do(s) dependente(s):
• Cônjuge: Certidão de
Casamento, Carteira de
Identidade, CPF e foto
3x4.
• Companheiro(a):
comprovação de união
estável, Carteira de
Identidade, CPF e foto
3x4.
• Homoafetivo(a):
comprovação de
coahabitação por período
igual ou superior a 2
(dois) anos, Carteira de
Identidade, CPF e foto
3x4.
• Filho(a) ou
enteado(a): Certidão de
Nascimento ou, se
maiores de 18 anos,
Carteira de Identidade,
CPF e foto 3x4.
A Caurj prevê a adesão
de agregados, limitada
ao terceiro grau de
parentesco consangüíneo
com o servidor, desde
que assumam
integralmente o
respectivo custeio. Para
informações sobre
valores de mensalidades
a serem pagas nesse
caso, o servidor deve
consultar a Caurj.
Abrangência e
cobertura do plano
De acordo com o que
estabelece a Portaria
Normativa SRH-MPOG nº
01/2007 (que altera a
Portaria nº 1.983/2006),
o Plano de Saúde
escolhido deve
contemplar a assistência
médica ambulatorial,
hospitalar,
fisioterápica,
psicológica e
farmacêutica (em
internação hospitalar).
Nele estão previstos
partos e tratamentos
realizados no país, com
padrão de Enfermaria,
centro de terapia
intensiva, ou similar,
quando necessária a
internação hospitalar.
A portaria estabelece,
ainda, que a cobertura
deverá observar, “como
padrão mínimo, o
constante das normas
editadas pela Agência
Nacional de Saúde
Suplementar (ANS)” e
atender ao Termo de
Referência Básico
constante no anexo da
Portaria nº 1/2007. Esse
Termo de Referência
Básico acrescentou novos
procedimentos ao leque
de coberturas, tornando
o Plano de Assistência à
Saúde a ser oferecido
aos servidores públicos
mais completo que os
atualmente existentes no
mercado.
Modalidades dos
planos
Segundo o convênio
firmado entre a
Universidade e a Caurj,
vão ser oferecidos
quatro tipos de planos,
de acordo com o padrão
de acomodação –
Enfermaria ou
Apartamento – ou com a
participação no custo de
serviços –
co-participação. No
momento da adesão o
servidor deve indicar
sua opção por um desses
quatros planos. Em todos
eles a cobertura será a
mesma.
1) Plano TABELA I –
padrão Enfermaria com
co-participação de 10%
em consultas, somado a
contribuição do
beneficiário;
2) Plano TABELA II –
padrão Enfermaria com
co-participação
estendida.
Co-participação de 25%
do valor de consultas,
exames, terapias e
outros atendimentos
ambulatoriais – exceto
hemodiálise,
quimioterapia e
radioterapia – limitada,
em todos os casos, a R$
100 por procedimento.
Co-participação para
internação de R$ 150.
Internação psiquiátrica:
30% do valor de eventos,
após o prazo de
cobertura sem ônus;
3) Plano TABELA III –
padrão Apartamento (sem
co-participação);
4) Plano TABELA IV –
padrão Enfermaria com
co-participação, a
partir da segunda
consulta médica de
diferente especialidade
dentro do mesmo mês e
faixa etária única.
Co-participação de 30%
para consultas e
internações
psiquiátricas após 30
dias e 30% para
dependência química após
15 dias.
Faixa Etária
(anos)
|
TABELA
I
ENFERMARIA
CO-PARTICIPAÇÃO
DE 10% EM
CONSULTAS |
TABELA II
ENFERMARIA
CO-PARTICIPAÇÃO
ESTENDIDA
|
TABELA III
APARTAMENTO
SEM CO-PARTICI-
PAÇÃO |
0
a 18
19 a 23
24 a 28
29 a 33
34 a 38
39 a 43
44 a 48
49 a 53
54 a 58
59 +
|
35,75
35,75
44,97
44,97
59,87
65,52
102,28
112,78
140,31
210,33 |
28,96
28,96
36,43
36,43
48,50
53,07
83,25
91,35
113,65
170,37 |
57,75
70,40
84,86
112,64
125,27
137,40
170,00
222,54
298,20
339,85 |
Plano de Saúde:
acompanhe as informações
Titular
1 – Ganho até limite
mínimo para desconto do
Imposto de Renda:
Contribuição
Governamental + igual
contrapartida fixa
pessoal
2 – Ganho maior que o
limite mínimo do IR até
duas vezes o limite
mínimo:
Contribuição
Governamental + igual
contrapartida fixa
pessoal + contribuição
variável de 3,2%.
3 – Ganho maior que duas
vezes o limite mínimo do
IR até três vezes o
limite:
Contribuição
Governamental + igual
contrapartida fixa
pessoal + contribuição
variável de 3,2%.
4 – Ganho maior que três
vezes o limite mínimo do
IR até quatro vezes o
limite mínimo:
Contribuição
Governamental + igual
contrapartida fixa
pessoal + contribuição
variável de 3,6%.
5 – Ganho maior que
quatro vezes o limite
mínimo do Imposto de
Renda:
Contribuição
governamental + igual
contrapartida fixa
pessoal + contribuição
variável de 4%.
Familiar (Mínimo duas
pessoas: Titular +
Dependente Direto)
Contribuição
Governamental + igual
contrapartida fixa
pessoal + contribuição
variável de 4,8%
Observações:
O valor da contribuição
variável é igual ao
valor percentual da base
de cálculo do IR
constante no
contracheque.
O Piso da Contribuição
Familiar para fins de
contribuição variável é
equivalente a 1/6 do
salário mínimo federal.
Já o teto da
Contribuição equivale a
um salário mínimo.
Carência
Não haverá exigência de
cumprimento de carência
nas seguintes situações:
• Quando a adesão ao
Plano de Saúde ocorrer
no prazo de 30 dias
corridos após o início
de adesão, que começa em
25 de fevereiro.
• Quando a adesão ao
Plano de Saúde ocorrer
até 30 dias após a posse
de servidores
recém-admitidos na UFRJ.
Período de inscrição
para carência zero:
de 25 de fevereiro a 26
de março
Locais para entrega dos
documentos:
Sede da Caurj, sede do
SINTUFRJ, subsedes do
SINTUFRJ (IFCS, HU,
Praia Vermelha), postos
de coleta (hall da
Reitoria, Passarela do
CT e Bloco A do CCS).
As carências praticadas
atualmente pela Caurj e
para os servidores com
adesão após 26 de março
são as seguintes:
• 24 horas para urgência
e emergência;
• 30 dias para consultas
e exames básicos;
• 90 dias para os
atendimentos
odontológicos;
• 180 dias para exames
especiais e
fisioterapia;
• 180 dias para
internações e cirurgias;
• 180 dias para órteses
e próteses ligadas ao
ato cirúrgico;
• 300 dias para partos;
A entrega dos Cartões de
Associados será
realizada pela Caurj na
sua sede – Av. Venceslau
Brás nº 71 (Campus Praia
Vermelha), no horário
das 8h às 17h, de
segunda a sexta-feira, e
na subsede da Caurj no
CCS. |