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TESE RESGATANDO O
SINTUFRJ PARA A
CATEGORIA
Introdução
Somos um movimento
suprapartidário composto
por vários companheiros
das diferentes unidades
da UFRJ que se coloca
contra a partidarização
da nossa entidade
(SINTUFRJ) e a nível
Nacional tem reafirmado
esta mesma posição e que
busca na luta fortalecer
o sindicato a partir da
construção coletiva
fomentada em cada local
de trabalho.
Sabemos que existem
críticas ao nosso
sindicato, porém nem
sempre feitas nos fóruns
próprios da categoria.
Desta forma queremos
conscientizar toda base
a se organizar e
participar das
instâncias do movimento,
pois é nele que juntos
poderemos construir a
linha política do
sindicato que queremos.
Não basta apenas eleger
a Direção do sindicato e
transferir toda
responsabilidade aos
eleitos. Na verdade, se
queremos um sindicato
forte, temos que
participar acompanhando,
criticando e ajudando na
implantação das
propostas apresentadas
na sua carta programa.
Acreditamos nas
transformações sociais
feitas a partir das
ações de massas
mobilizadas, conscientes
e que se tornem
organizadas para
reivindicar, propor e
assumir a direção. Por
esta razão precisamos
nos movimentar para
resgatar o movimento
sindical daqueles que se
aproximam apenas com a
intenção de galgar
cargos nas várias
hierarquias do poder.
Desta forma não podemos
aceitar nenhum movimento
que busca a divisão
criando outras entidades
para “representar” a
categoria.

BALANÇO DE GESTÃO
Em respeito a toda
categoria, em especial
aos que depositaram nas
urnas o voto de
confiança neste coletivo
fazendo com que
elegêssemos 08 (oito)
dos 27 (vinte e sete)
Diretores, iniciaremos
as nossas TESE
apresentando um BALANÇO
DE GESTÃO, pois é a
partir dele que
acreditamos que deve ser
a relação entre
representantes e
representados. Sendo
assim, buscando cumprir
sua carta programa no
tocante à TRANSPARÊNCIA
ADMINISTRATIVA, os
membros da Diretoria
Eleitos pela CHAPA 3 –
TRIBO/UFRJ após
assumirem a Direção
realizaram durante o
primeiro semestre um
trabalho cotidiano de
análise do funcionamento
da entidade para, a
partir dele, apresentar
proposições que venham
reduzir despesas, que do
nosso ponto de vista não
correspondem às
finalidades políticas de
nosso sindicato.
Nosso objetivo principal
é repensar a dinâmica
administrativa do
SINTUFRJ, buscando
disponibilizar recursos
para que possamos sanar
as dívidas encontradas
na entidade, bem como
criar as condições
necessárias para o
desenvolvimento de
projetos de formação e
organização sindical,
além de atividades
sociais para o conjunto
da categoria. Desta
forma, este balanço
parcial apresentará para
o conjunto da Categoria
a situação financeira e
a política de pessoal
encontrada na posse,
assim como algumas
propostas apresentadas
por nosso coletivo para
buscarmos, em conjunto,
caminhos que nos
permitam diminuir a
crise financeira da
entidade que afeta sua
atuação nas finalidades
centrais e o
desenvolvimento de ações
objetivas para a
organização sindical.

Situação Financeira
na Posse
Na posse registramos que
não houve transição de
uma gestão para outra,
logo não tivemos
conhecimento da situação
financeira da entidade,
por isso qualquer
questão referente ao
período até 20/06/06,
não temos nenhuma
responsabilidade
política.
Em cópias de relatórios
entregues pela gestão
anterior encontramos no
dia 20/06/06 o seguinte
saldo bancário: Banco do
Brasil R$ 10.000,00 de
Limite no Cheque
especial e saldo credor
em conta de R$ 3.604,39,
totalizando um valor de
R$ 13.604,39; no Banco
Real R$ 40.000,00 de
Limite do especial e
saldo devedor em conta
corrente de R$ 23.062,95
e na CEF conta utilizada
somente em caso de
demissão de funcionários
do sindicato saldo R$
2.215,82 credor. Porém
encontramos nesta data
um total de contas a
pagar de R$ 260.000,00.
Nestes relatórios
constavam cópias de
contratos com prazos
vencidos que foram
cancelados.
A folha de pagamento é
de aproximadamente 60%
da receita do sindicato.
Quando somamos as
despesas fixas de folha
de pessoal, CUT e
FASUBRA, o custo chega a
71% da receita, nos
restando apenas 29% para
todas as demais
atividades.
A receita mensal é de +
R$ 560 mil reais.

Política de Pessoal
Encontrada
A política de pessoal é
realizada pelo “CONTRATO
COLETIVO DE TRABALHO”,
porém registramos que
este contrato data de
2005 com protocolo no
Ministério do Trabalho
de 2006, período
correspondente à eleição
para direção da
entidade. Este contrato
inclusive deveria ser
submetido a uma
instância superior,
conforme manda o
parágrafo único do art.
67 do nosso Estatuto. De
qualquer forma o prazo
do mesmo já foi esgotado
e precisamos urgente
repensá-lo;
Os trabalhadores do
SINTUFRJ são contratados
pela CLT, porém no
“contrato” a malha
salarial aplicada é a
mesma dos Trabalhadores
da UFRJ. Entretanto não
se aplica a mesma regra
para concessão das ações
judiciais (já que existe
pessoal ganhando 28% e
3,17% após a concessão e
com data de admissão
posterior às ações),
pagamento de
gratificações de chefias
(a tabela é em
percentual ao salário
diferente da nossa, que
é uma tabela publicada
com valores fixos) e
progressão funcional
(não se avalia o
trabalhador e nem exclui
os que tiveram
advertência e suspensão)
e nem processo público
de contratação
(contratos por
indicações políticas, já
que alguns que
trabalharam nas eleições
passadas foram
contratados). Em nossa
gestão duas contratações
foram realizadas através
de seleção pública.
O quadro de Pessoal
encontrado era de 70
funcionários CLT com um
plano de carreira igual
ao nosso (PCCTAE). Sua
distribuição no plano se
dá da seguinte forma: 33
da classe E, 28 na
classe D, 06 na classe C
e 03 na classe A;
constando ainda 13
prestadores de serviço e
14 estagiários. Hoje o
quadro atual é de 68
funcionários, já que foi
reduzido em dois, sendo
um Professor e um
Assistente em
Administração.
Em termos de Cargo são:
09 Advogados, 12 Assist.
em Administração, 01
Analista de Sistema, 03
Aux. Operac. Serv. Div,
01 Contínuo, 01
Encarregado
Administrativo, 01
Instrutor de Dança de
Salão, 04 Jornalistas,
04 Motoristas, 01
Operador de Som, 02
Prof. Música, 11
Professores do CPV, 01
Prof. Ed. Física, 02
Programadores Visual, 01
Secretária, 10
Seguranças, 02 Téc.
Artes Gráficas, 01 Téc.
Adm. Financeira, 01 Téc.
de Tecnologia da
Informação. Registramos
que dentro dos cargos
ocupados existem cinco
funcionários exercendo
cargo de nível superior
sem a devida
escolaridade exigida.
Apesar de ser um
“contrato coletivo” com
malha salarial nos
moldes da UFRJ, não
consta nenhum programa
de avaliação de
funcionário para
concessão de progressão
funcional. Hoje
implantamos um sistema
de avaliação para tal
concessão e acabamos com
a progressão pela
relação de proximidade
com a direção.
Existe uma reclamação
dos empregados de um
passivo trabalhista de
progressões não
concedidas (diretoria
anterior) que segundo
estudos preliminares
seria de R$ 344 mil.
Nosso entendimento é que
esta dívida deve ser
reavaliada, pois existem
casos em que o servidor
recebe além das normas
estabelecidas, como é o
caso do pagamento das
ações judiciais para
quem não tem direito.
Os valores estabelecidos
pelo “acordo coletivo de
trabalho” estabelecem
percentuais va-riáveis a
cada chefia por setor, e
no caso do Departamento
Jurídico todos os
advogados recebem uma
gratificação denominada
de atividade jurídica.
No caso do CPV existia
até meados de nov/06 o
pagamento de
gratificação para dois
coordenadores
pedagógicos ligados à
direção anterior, hoje o
CPV tem somente um
coordenador
Análise das finanças
do SINTUFRJ
Ao assumirmos a Direção
do Sindicado em 21 de
junho de 2006 nos
deparamos com uma
situação difícil no que
diz respeito ao
financeiro, já que nosso
déficit à época se
aproximava de R$
260.000,00 (duzentos e
sessenta mil reais),
referente aos valores
prorrogados.
Esclarecemos que esta
dívida era num montante
acima dos recursos
arrecadados.
Hoje, um ano e quatro
meses depois, fazendo um
trabalho coerente,
transparente e com muita
seriedade, conseguimos
diminuir este déficit.
Com uma redução que se
encontra hoje num
patamar de 30% das
despesas à época em que
assumimos, podemos
informar que a dívida de
R$ 260 mil (referente
aos prorrogados) foi
reduzida para
aproximadamente R$ 100
mil. Como exemplos
positivos desta
administração para tal
redução podemos citar:
Cancelamento do contrato
com os Correios que nos
custava em média R$
35.000,00 (trinta e
cinco mil reais) ao mês,
contrato este
responsável pelo envio
do Jornal à residência
dos aposentados. Com uma
boa política econômica e
grande negociação, foi
assinado novo contrato,
onde conseguimos reduzir
este valor em R$
21.000,00 (vinte e um
mil reais) ao mês.
Atualmente pagamos
mensalmente o valor de
R$ 14.000,00 (quatorze
mil reais). Redução esta
de 55%.
O SINTUFRJ tinha um
contrato de aluguel de
03 (três) máquinas
copiadoras Xerox
(pequeno porte que
estava nas Subsede da
PV, HU e secretaria
Sede) que consumia de
nossos recursos R$
3.600,00 (três mil e
seiscentos reais)
mensais. Hoje encerramos
o contrato e adquirimos
03 (três) máquinas Xerox
M20I (equipamento de
ótima tecnologia e
obviamente de trabalho
de qualidade) com o
custo de R$ 1.400,00,
(Hum mil e quatrocentos
reais) mensais. Mais uma
vez conseguimos fazer
uma aquisição onde
iremos efetuar o
pagamento de apenas 12
parcelas de R$ 1.400,00
que ao término serão
incorporadas ao
patrimônio do sindicato.
Conseguimos através de
cotação de preço fazer
uma redução
significativa na
aquisição de papel,
toner e suprimentos para
as máquinas de Xerox do
sindicado (máquinas
estas de grande porte).
Infelizmente nas gestões
passadas não eram feitas
as cotações ou tomadas
de preço. Representando
uma redução de 40%.
O cancelamento do
contrato da CIEE,
empresa esta que nos
cobrava quase R$
1.000,00 (Hum mil reais)
mensalmente pelo serviço
de encaminhar
estagiários para atuarem
junto ao DEJUR e DECOS
do sindicato. Atualmente
o Departamento Jurídico
é o responsável pelo
processo de seleção dos
novos estagiários, com
transparência e a um
custo menor para o
sindicato. Redução esta
de 70%.
Intensificamos com
determinação as
negociações com os
nossos parceiros como
por exemplo: AMIL,
GOLDEN GROSS e outras.
Fazendo prevalecer os
direitos dos nossos
associados, inclusive
com menores reajustes.
Demissões: Fizemos 02
(duas) demissões do
quadro de pessoal do
sindicato, pois os
mesmos não estavam dando
o retorno devido a nossa
instituição, são eles:
Uma professora do Curso
de Pré-vestibular do
Sintufrj (CPV), a mesma
estava afastada das
atividades por mais de
um ano e meio recebendo
seu salário mensal e
benefícios sem ter dado
uma aula sequer neste
período. Informo que a
referida professora
estava devidamente
autorizada pela Direção
passada. O outro
funcionário demitido era
secretário do Curso de
Pré-vestibular do
Sintufrj (CPV) no
Fundão, este foi
demitido por não
demonstrar mais
interesse em continuar
sendo funcionário do
sindicato.
Implantamos a
transparência e
coerência nas
contratações, levando em
consideração a real
necessidade, nosso novo
lema é “Só se contrata
neste sindicato se for
absolutamente
necessário”, preservando
o interesse da
coletividade. Nesta
gestão defendemos a
retomada do processo de
seleção pública, como
foi o caso da
substituição do
professor de geografia
para o CPV em que
nomeamos uma banca e do
Vigilante que tornamos
público em assembléia.
Passamos a cobrar de
toda a diretoria
austeridade fiscal no
sentido de conter os
gastos desnecessários em
nosso Sindicato, bem
como planejar as
atividades que geram
despesas.
Implantamos um sistema
mais rigoroso na
avaliação dos trabalhos
feitos na nossa
reprografia, tais como:
doações ou trabalhos com
descontos.
Conseguimos reduzir
nossas despesas com os
Bancos nos quais temos
contas (Banco do Brasil
e Banco Real),
negociando por menores
juros e diminuição das
tarifas bancárias.
Conseguimos aprovar a
parceria com a
Universidade Estácio de
Sá (mesmo com a
divergência no âmbito da
diretoria). Visualizamos
que seria de extrema
relevância aos nossos
associados poderem obter
um desconto em suas
mensalidades de até 40%
nos cursos de graduação,
pós-graduação e em seus
vários cursos técnicos.
Conseguimos reduzir os
gastos com aquisição de
material de expediente,
limpeza e informática.
Cabe ressaltar sem
prejuízo ao bom
funcionamento e
qualidade de trabalho.
Negociamos com os
fornecedores um preço
melhor para o nosso
sindicato. Representando
uma redução de 25 %.
Realizamos o pagamento
da metade do 13° salário
dos funcionários deste
sindicato sem a
necessidade de efetuar
empréstimos (como sempre
era feito nas gestões
passadas).
Com a redução das
despesas supracitadas,
conseguimos melhorar o
funcionamento de todo o
Sindicato, primeiro
planejando as ações e
substituindo vários
computadores de setores
importantes como o DECOS
(responsável pelo
jornal), dando mais
qualidade e condições de
trabalho aos
profissionais.
Pela primeira vez uma
Direção apresenta de
forma transparente um
relatório sobre as
finanças do sindicato em
que torna público muitas
situações antes
desconhecidas da
categoria.
Verificou-se também que
os grandes gastos fixos
da entidade estavam
concentrados na folha de
pagamento com seus
encargos que geram
impactos na ordem de 60%
da receita (valores de
Dez/06 R$ 318.961,10). A
partir dos dados da
folha de pagamento,
avaliamos quais os
setores com maior
impacto financeiro,
número de funcionários,
bem como a necessidade e
a eficácia desses
setores em relação às
demandas da categoria.
Nesta busca encontramos
o Departamento Jurídico
com um custo médio
aproximado de 25%, e o
CPV com o custo médio
aproximado de 19%.
Podemos observar que
somado os dois
departamentos teremos um
custo mensal aproximado
na ordem de 45% da folha
de pagamento.
Para melhor
entendimento,
apresentaremos uma
análise financeira
detalhada da Folha de
Pagamento de Pessoal por
áreas de maior impacto
financeiro para o
funcionamento da
entidade da seguinte
forma:
1 – Departamento
Jurídico
2 – Curso Pré-Vestibular
3 – Funções Gratificadas
1. CORPO JURÍDICO –
Formado por 09
Advogados, 01 Assist.
Administração e 13
estagiários, consome
aproximadamente R$ 70
mil mensais com encargos
trabalhistas. O quadro
de Advogados é dividido
da seguinte forma: 02
(dois) Assessores, 03
(três) Área Civil e 04
(quatro) na Área
Trabalhista. Cabe
observar que a
Assessoria só trata dos
processos coletivos e
ações contra o
sindicato.
O atendimento jurídico a
toda categoria está
dividido em 04 plantões
por semana, sendo 02
para área trabalhista e
02 para área civil,
sendo um na Sede e outro
na Subsede do HU, cabe
acrescentar ainda o
agendamento mensal de
plantão na Sede-PV. A
partir desses registros,
detectamos os seguintes
atendimentos:
Área Civil = 1.117
atendimentos no ano de
2006 e 1.155 até dia
15/11/2007;
Área trabalhista = 768
atendimentos no ano de
2006 e 752 até dia
12/11/07.
Cabe observar que não
consideramos os
atendimentos da PV por
não terem registros em
2006.
A título demonstrativo,
realizamos uma pequena
análise da média de
atendimento por advogado
e para nossa surpresa
encontramos o seguinte
resultado: Área Cível
1,41 e na área
Trabalhista 0,73
atendimentos por dia.
Consideramos a carga
horária semanal de 20
horas (de acordo com o
“contrato de trabalho”)
e o mês de 22 dias
úteis. Lembramos que são
11 estagiários que
participam deste
atendimento e não foram
computados.
Acrescentamos ainda que
a Assessoria de 02
(dois) advogados também
não foi computada nesta
análise.
Continuando com o
demonstrativo, podemos
afirmar que o custo por
atendimento mensal é
aproximadamente de R$
450,00. Entretanto é bom
registrar que estamos
falando apenas de
equiparação com a folha
de pagamento, pois nos
faltou registro oficial
da quantidade de
atendimentos que geraram
processos judiciais, o
que elevaria o custo com
combustível para
audiência e cópias de
processos.
OBS. 1: Lembramos ainda
da existência de
contrato com advogados
do FGTS da época da
ASUFRJ.
OBS. 2: Nesta gestão nos
foi proposto contratar
mais um Advogado para os
quadros do sindicato e
este coletivo teve a
compreensão que não
deveria. Entretanto
tivemos a sensibilidade
de realizar um contrato
de prestação de serviço
de um influente advogado
em Brasília para
acompanhar a Ação Civil
Pública que trata da
demissão de vários
membros da categoria.
2.CURSO PRÉ-VESTIBULAR –
Atualmente com um quadro
de 11 professores
distribuídos nas
seguintes disciplinas:
Espanhol 80h/a
Literat./Português
160h/a
História-160h/a
Geografia 160h/a
Física 200h/a
Redação/Pol.Sociedade
160h/a Matemática 240h/a
Química 200h/a.
Biologia 160h/a
Orientação Profissional
120h/a Inglês 80h/a
Obs. 1 : Cabe destacar
que essas cargas
horárias são
consideradas em dobro
por deliberação das
gestões anteriores,
porém em consulta ao
Sindicato dos
Professores verificamos
que não existe
obrigatoriedade de que a
carga horária de
planejamento seja igual
à de sala de aula, logo
queremos discutir o
planejamento do próximo
ano de maneira justa
para com os professores
e com as finanças do
sindicato.
Obs. 2 : Cabe registrar
que recebemos o CPV com
uma Professora afastada
por mais de um ano por
ordem da Direção
anterior recebendo sua
remuneração e benefícios
como se em exercício
estivesse. Nossa
iniciativa foi discordar
desta situação e buscar
sanar o problema ouvindo
a envolvida e
posteriormente apontando
a sua demissão.
O custo da folha de
pagamento com encargos é
de aproximadamente R$ 59
mil.
CPV em números 2006 -
Foram inscritos 66
sindicalizados, de
outras categorias 71
(reserva 25% das vagas
para outros sindicatos);
e de dependentes 189,
totalizando 326
inscritos. Matriculados
301 divididos em 159 no
IFCS e 142 no Fundão.
Entretanto, segundo o
Coordenador Acadêmico do
CPV, o número de alunos
que freqüentaram o curso
até o fim do ano letivo
de 2006 foi de
aproximadamente 120
alunos.
Considerando a média de
120 alunos equiparados
ao custo médio da folha
de pagamento,
encontramos o custo
aproximado por aluno de
R$ 492,00, lembrando que
o material didático
também é oferecido pelo
sindicato e o custo será
muito maior.
Podemos observar que o
custo médio por aluno
para o sindicato é muito
alto e que precisamos
urgentemente buscar
co-responsáveis para o
financiamento deste
projeto (FAT, Projeto de
Extensão junto à UFRJ,
outras entidades) para
subsidiar estes valores,
visto que do nosso ponto
vista, o papel do
SINTUFRJ é formular e
disputar políticas
públicas de educação e
formação política, e não
simplesmente gerenciar e
financiar ações
educacionais.
Mesmo considerando este
projeto de excelência e
de grande importância
para a categoria, faz-se
necessário reavaliarmos
o projeto
político-pedagógico do
CPV dado o alto índice
de procura pela
categoria para
dependentes, alta evasão
e a baixa taxa de
aprovação apresentada
nos últimos anos.
3. FUNÇÕES GRATIFICADAS
– São pagas 09 (nove)
FGs e sua distribuição é
da seguinte forma:
FG-1 R$ 2.287,78;
FG-2 R$ 2.018,63;
FG-3 R$ 1.937,89;
FG-4 R$ 1.830,23;
FG-5 R$ 1.345,76;
FG-6 R$ 835,25;
FG-6 R$ 835,25 (férias);
FG-7 R$ 692,07;
FG-8 R$ 692,07;
FG-9 R$ 596,61.
O seu valor total é de
R$ 13.071,54 ref.
Fl.out/07. Portanto,
mesmo tendo uma malha
salarial nos moldes da
UFRJ, a tabela paga para
as FGs nada se
equiparam.
Outra questão importante
para se analisar é que o
pagamento do plano de
saúde dos funcionários é
custeado pelo SINTUFRJ
com a taxa
administrativa recebida
dos convênios.
Obs.: Construímos um
relatório detalhado
sobre o que encontramos
no sindicato; caso tenha
interesse de conhecer,
solicite através dos
e-mails:
iaciazevedo@sintufrj.org.br
francisco@sintufrj.org.br
evandro@sintufrj.org.br
PLANO DE RECUPERAÇÃO
DAS FINANÇAS DO SINTUFRJ
Diante do quadro
financeiro negativo do
sindicato, propomos um
plano de recuperação
financeira fortalecida a
partir de uma política
voltada para o
aperfeiçoamento das
atividades que
correspondam aos
interesses da categoria,
que aponta para, toda
Diretoria, a busca de
soluções e parcerias com
outras instituições. O
Sintufrj apresenta hoje
uma estrutura funcional
e administrativa que
mais se assemelha à de
uma empresa privada sem
propósito de produção
que a uma entidade
sindical. Sua folha de
pagamento tem quase a
envergadura de uma
empresa de médio porte,
mas pouco corresponde às
demandas imedia-tas da
categoria e muitas
vezes, considerando o
porte de sua categoria,
falta proporcionalmente
às demandas históricas
por limitações
financeiras.
Balanço Político
Mesmo vivenciando uma
gestão proporcional e
sendo minoria na
Direção, tivemos
oportunidade de liderar
várias ações que
significaram ganhos para
a categoria:
Realizamos Cursos de
formação política,
instalamos o Conselho
paritário no CPV,
participamos da Copa
FASUBRA em Goiás,
re-ativamos a Escolinha
de Futebol, participamos
do Torneio em conjunto
com a PR4 e outro
torneio na UFF,
lideramos várias
eleições de Delegados
Sindicais de Base;
lideramos toda greve na
UFRJ; instalamos o
GT-Carreira do SINTUFRJ;
participamos de várias
reuniões por locais de
trabalho; a partir de
estudos no GT-saúde foi
conquistada a redução
dos valores do plano de
saúde da PR4/CAURJ;
nossa participação
efetiva no plebiscito da
Vale do Rio Doce e a
liderança inclusive do
questionamento sobre a
condução da greve pela
FASUBRA.
O QUE SERÁ NOSSA
CENTRALIDADE NESTE 9º
CONSINTUFRJ
Conjuntura:
Internacionalmente
queremos nos inserir no
debate sobre o
aquecimento global em
defesa do meio ambiente
e contra a política
imperialista dos EUA que
invade os países em
busca do petróleo.
Continuamos acompanhando
a luta dos trabalhadores
franceses em defesa da
previdência. Na América
Latina queremos apoiar o
MERCOSUL em
contraposição à ALCA.
Na conjuntura Nacional,
visualizamos três
momentos difíceis para o
movimento sindical,
primeiro pela questão da
regulamentação da greve
aprovada pelo STF em que
emperra qualquer
processo de luta dos
trabalhadores do Serviço
Público. Segundo é a
tramitação do PL 248/98
no Congresso Nacional,
dito “casa do povo”, que
aponta a demissão do
servidor por
insuficiência na
avaliação de desempenho,
quando sabemos que na
verdade o que nos falta
é investimento em
condições de trabalho e
qualificação do
trabalhador. Sabemos que
o que funciona ainda no
Serviço Púbico é graças
aos Trabalhadores
Servidores Públicos e
não aos Principados
gestores do Serviço
Público. E por último é
a divisão do movimento
sindical, que ao invés
de discutir as
dificuldades existentes
no conjunto das suas
forças e/ou lideranças
tentam descaracterizar a
CUT como a Central mais
avançada que existe com
graves problemas e
tentam apresentar outras
centrais sindicais como
opção da classe
trabalhadora, quando
entendemos que existe
uma crise no movimento
sindical que não é
privilégio da CUT,
existindo também na
Fasubra e Sintufrj,
entendemos que a forma
correta é participarmos
interferindo para sua
mudança e não sua
prematura desfiliação,
pois acreditamos que a
CUT ainda é nossa
referência na luta dos
trabalhadores, os
equívocos cometidos por
Luis Marinho e Cia não
são maiores que o
tamanho da CUT-CENTRAL
ÚNICA DOS TRABALHADORES.
No próximo ano teremos
eleições municipais, e
na qualidade de cidadãos
precisamos ficar atentos
às promessas e vida
pregressa dos
candidatos. Antes de
votar devemos acompanhar
sua atuação e
compromisso com o
projeto de interesse da
sociedade e da classe
trabalhadora.
Carreira: Estaremos
lutando pelo resgate da
carreira original
iniciada com o PCCTAE e
que busca respeitar o
Peão e o Doutor, pois
considera que os fazeres
dentro da instituição
deve ter a sua
valorização linear.
Acompanharemos de perto
o processo de
racionalização dos
cargos, pois durante a
greve tivemos a
infelicidade de observar
que companheiros
aguerridos na oposição
ao governo Lula acabaram
por aceitar a sua lógica
de poder voltar ao
PUCRCE. E assim
poderemos sofrer com o
retrocesso em alguns
cargos, já que a visão
do governo passa pela
visão única de
escolaridade, não
podemos esquecer a luta
pela ASCENSÃO FUNCIONAL.
Queremos inclusive
fortalecer a
participação da CIS
nesta empreitada.
Estaremos ainda cobrando
da reitoria à
implantação do programa
de avaliação e
capacitação, bem como a
ocupação das vagas
ociosas da graduação
para
técnicos-administrativos.
Educação: O nosso
Projeto Universidade
Cidadã da FASUBRA é o
rumo necessário para
construir a universidade
que queremos, pois nele
está contido todo
acúmulo dos debates da
categoria. Estaremos
continuando a nossa luta
para que a universidade
avance na discussão
sobre políticas de
acesso e cotas.
Precisamos pautar também
ações para fomentar a
implantação da LIBRAS
(Língua Brasileira de
Surdos) dentro da
escola, bem como na
capacitação de
servidores que atendem
ao publico em geral.
Precisamos acompanhar a
implantação do PRE na
universidade, pois sem
concurso e recursos será
a extensão dos problemas
existentes. Por isso
entendemos que o REUNI
apesar de não ser o
processo ideal não
podemos desconsiderar
sua aprovação como
mecanismo de recebimento
de verbas.
Saúde: Acabamos de
conquistar com a nossa
greve um auxílio de R$
42,00 por titular e
dependente e defendemos
a implantação do plano
porém temos conhecimento
que estes valores além
de insuficientes não
contemplarão toda
categoria. Portanto, a
luta continua em busca
da isonomia dos valores
oferecidos pelo governo
a outras instituições.
Nossa participação na
comissão da reitoria foi
fundamental para que
fosse apresentada uma
proposta que pudesse
atingir maior número da
categoria neste plano,
pois quem ganha até o
valor base de cálculo do
IR só contribuirá com o
valor de R$ 42,00 para
um plano completo com
direito inclusive ao
plano odontológico.
Continuar a luta contra
o Projeto de Fundação
Estatal em defesa dos
HUs garantindo que estes
continuem cumprindo a
seu papel social de
ensino, pesquisa,
extensão e assistência.
Organização sindical:
Neste espaço
discutiremos a relação
com a CUT e esperamos
que os atuais e
ex-diretores desta
central pertencentes a
nossa categoria possam
prestar os devidos
esclarecimentos da sua
atuação como dirigentes.
Lembramos que na gestão
ante-rior o VAL teve
diretor no SINTUFRJ e ao
mesmo tempo na executiva
Nacional da CUT e sua
atuação em ambas as
entidades em nada
acrescentou para a
classe trabalhadora,
pois foi nesta gestão
que o Governo aprovou a
reforma da previdência
contra o servidor
público, provando desta
forma que o problema não
está na entidade e sim
nas pessoas que conduzem
à política.
Alteração estatutária:
Nesta questão precisamos
aperfeiçoar o nosso
estatuto de forma a ser
claro e objetivo sobre a
participação dos
Delegados Sindicais de
Base e do funcionamento
do Conselho, bem como
iniciar um debate sobre
a reformulação desta
representação, visto que
a nossa carreira já
determina uma nova
nomenclatura estrutural
por ambientes
organizacionais. Outro
ponto importante que
queremos iniciar o
debate é a possibilidade
de realizar uma única
eleição com todos os
delegados sindicais de
base junto com a eleição
para Direção.
Defenderemos que todos
os que optam pelo nosso
sindicato devem
contribuir para nosso
processo de luta sem
descriminação, se
Docente ou
Técnico-Administrativo.
Em função do inchaço
funcional do sindicato,
precisamos estabelecer
um dispositivo
estatutário de limitação
com a folha de pagamento
de pessoal.
Plano de Luta Interno
1 - Lutar pela criação
da escola de formação do
servidor (proposta
encaminhada por nos na
apresentação do PDI e
PRE);
2 - Lutar para que seja
garantido o valor igual
ou maior que 1% da folha
de pessoal para
investimento em
capacitação e
qualificação;
3 - Manter a Luta
histórica por uma Sede
Social para a categoria;
4 - Promover a
participação da
Categoria em todos os
órgãos deliberativos da
Instituição;
5 - Fortalecer a
representação da CIS;
6 - Buscar parcerias
para manutenção do Curso
Pré-vestibular, já que o
mesmo consome em torno
de R$ 60 mil reais
mensais só na folha de
pagamento;
7 - Lutar pela
construção do Colégio de
Aplicação no Fundão e
ampliação de vagas na
creche universitária;
8 - Lutar pela
participação do
aposentado nas eleições
para Reitor e
representação no
CONSUNI;
9 - Lutar por uma
política de Esporte como
prevenção contra
doenças;
10 - Contra o pagamento
de estacionamento dentro
da Universidade.
Plano de Luta Externo
1 - Lutar pela ascensão
funcional;
2 - Lutar pela
racionalização dos
cargos atendendo às
demandas institucionais
e funcionais;
3 - Defender o projeto
de Universidade Cidadã
para os trabalhadores;
4 - Lutar contra a
terceirização das
universidades;
5 - Lutar pelo aumento
dos valores do Pagamento
das Diárias;
6 - Confirmar o nosso
apoio ao MOSAP
(movimento dos
aposentados)
OBS.: Em função do
limite dos caracteres,
estaremos no congresso
apresentando
complementação da nossa
TESE.
COLETIVO TRIBO e
INDEPENDENTES

Quer mudar o Sindicato?
O lugar é aqui!
APRESENTAÇÃO
Somos um movimento
suprapartidário composto
por vários companheiros
das diferentes unidades
da UFRJ que não aceita a
partidarização da nossa
entidade e que busca na
luta fortalecer o
sindicato a partir da
construção coletiva
fomentada em cada local
de trabalho. Sabemos que
existem críticas ao
nosso sindicato, porém
não são feitas nos
devidos fóruns da
categoria. Desta forma,
queremos conscientizar
toda a base a se
organizar e participar
deste congresso, pois é
nele que juntos
poderemos construir a
linha política do
sindicato que queremos.
Para conhecimento da
categoria, apresentamos
o resumo de nossa tese
para que você possa se
organizar, realizando
reuniões, debatendo e
trazendo propostas para
que juntos possamos
defendê-las no próximo
congresso do SINTUFRJ:
Carreira: Estaremos
lutando pelo resgate da
carreira original
iniciada com o PCCTAE e
que busca respeitar o
peão e o Doutor, pois
considera que os fazeres
dentro da instituição
deve ter a sua
valorização linear.
Estaremos ainda cobrando
da reitoria a
implantação do programa
de avaliação e
capacitação, bem como a
ocupação das vagas
ociosas da graduação
para técnicos
administrativos.
Educação: O nosso
Projeto Universidade
Cidadã da FASUBRA é o
rumo necessário para
construir a universidade
que queremos, pois nele
está contido todo
acúmulo dos debates da
categoria. Continuaremos
a nossa luta para que a
universidade avance na
discussão sobre
políticas de acesso e
cotas.
Saúde: Acabamos de
conquistar com a nossa
greve um auxílio de
R$42,00 por titular e
dependente e defendemos
a sua implantação, porém
temos conhecimento de
que estes valores, além
de insuficientes, não
contemplarão toda a
categoria. Portanto, a
luta continua em busca
da isonomia dos valores
oferecidos pelo governo
a outras instituições.
Continuar a luta contra
o Projeto de Fundação
Estatal em defesa dos
HUs, garantindo que
estes continuem
cumprindo a seu papel
social de ensino,
pesquisa, extensão e
assistência.
Organização sindical:
Neste espaço
discutiremos a relação
com a CUT e esperamos
que os atuais e
ex-diretores desta
central pertencentes a
nossa categoria possam
prestar os devidos
esclarecimentos da sua
atuação como dirigentes.
Lembramos que na gestão
anterior o VAL (Vamos a
Luta) teve diretor no
SINTUFRJ e ao mesmo
tempo na Executiva
Nacional da CUT e sua
atuação em ambas as
entidade em nada
acrescentou para a
classe trabalhadora,
provando desta forma que
o problema não está na
entidade e sim nas
pessoas que conduzem a
política.
Prestação de contas:
Queremos resgatar que em
nossa posse afirmamos
que assumiríamos
responsabilidades a
partir daquela data,
devido ao
desconhecimento
financeiro da nossa
entidade referente aos
anos anteriores. Nossa
atuação durante o
primeiro semestre nos
possibilitou construir
um relatório detalhado
contendo toda a situação
encontrada que
apresentamos no
seminário da Direção
realizado no início
deste ano. Inicialmente
podemos informar que
encontramos um sindicato
com R$250 mil a pagar e
um quadro de 70
funcionários contratados
pela CLT, mas com um
contrato coletivo de
trabalho equiparando a
situação funcional com a
nossa carreira,
consumindo uma receita
de 60% da arrecadação, e
ainda algumas ações
trabalhistas contra o
sindicato. No congresso
apresentaremos este
relatório na íntegra a
todos os delegados.
Neste ponto queremos, de
forma transparente,
apresentar para conjunto
da categoria onde
aplicamos o seu
dinheiro, pois
infelizmente há gente
que acha que Diretor do
sindicato é remunerado.
Por esta razão é
importante que este tema
seja debatido com toda
tranqüilidade e clareza,
para que todos tenham
entendimento. Queremos
ainda apresentar os
avanços do sindicato com
nossa atuação na gestão.
Observação: Caso tenha
interesse de conhecer o
nosso relatório,
solicite através dos
e-mails:
iaciazevedo@sintufrj.org.br,
francisco@sintufrj.org.br,
evandro@sintufrj.org.br
Alteração estatutária:
Nesta questão,
precisamos aperfeiçoar o
nosso estatuto, de forma
a ser claro e objetivo
sobre a participação dos
Delegados Sindicais de
Base e do funcionamento
do Conselho, bem como
iniciar um debate sobre
a reformulação desta
representação, visto que
a nossa carreira já
determina uma nova
nomenclatura estrutural
por ambientes
organizacionais. Outro
ponto importante que
queremos iniciar o
debate é a possibilidade
de realizar uma única
eleição com todos os
delegados sindicais de
base junto com a eleição
para Direção.
Plano de Luta Interno
01 - Lutar pela criação
da escola de formação do
servidor (proposta nossa
encaminhada na
apresenta- ção do PDI e
PRE);
02 - Lutar para que seja
garantido o valor igual
ou maior que 1% da folha
de pessoal para
investimento em
capacitação e
qualificação;
03 - Manter a Luta
histórica por uma Sede
Social para a categoria;
04 - Promover a
participação da
Categoria em todos os
órgãos deliberativos da
Instituição;
05 - Fortalecer a
representação da CIS;
06 - Buscar parcerias
para manutenção do curso
pré-vestibular, já que o
mesmo consome em torno
de R$ 60 mil reais
mensais só na folha de
pagamento (fora o
material didático);
07 - Lutar pela
construção do Colégio de
Aplicação no Fundão e
ampliação de vagas na
creche universitária;
08 - Lutar pela
participação do
aposentado nas eleições
para Reitor e
representação no
CONSUNI;
09 - Lutar por uma
política de Esporte como
prevenção a doenças;
10 - Cultura e lazer
para a categoria.
Plano de Luta Externo
01 - Lutar pela ascensão
funcional;
02 - Lutar pela
racionalização dos
cargos atendendo às
demandas institucionais
e funcionais;
03 - Defender o projeto
de universidade cidadã
para os trabalhadores;
04 - Lutar contra a
terceirização das
universidades;
05 - Lutar pelo aumento
dos valores do Pagamento
das Diárias.
COLETIVO TRIBO E
INDEPENDENTES |